NASA e seu dispositivo de cura superficial

NASA se inspira em Jornada para curar astronautas

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Star-Trek-Dermal-RegeneratorVocê se lembra do regenerador dérmico que a Dra. Beverley Crusher usou para curar uma ferida no rosto do comandante Riker em A Nova Geração? Isso pode se tornar realidade. Com a ajuda da GROK Technologies, a NASA está desenvolvendo dois aparelhos portáteis semelhantes, que em breve poderão ser utilizados por astronautas na Estação Espacial Internacional.

O BioReplicate regenera o tecido humano e constrói células humanas em 3D e, juntamente com outro dispositivo com patente pendente que trata a dor externamente, pode curar ferimentos leves quase que instantaneamente. Ele também irá permitir a criação de modelos 3D de tecidos humanos que poderiam ser usados ​​para teste de droga e cosméticos, uma descoberta científica que pode eliminar completamente testes com animais.

O segundo dispositivo, Scionic, irá tratar da dor músculo-esquelética e inflamação externamente. Ele poderia eliminar a dor por meio de aplicações de pele sem o uso de drogas. Um dispositivo semelhante já está em uso na Agência Espacial Federal Russa (RKA). A versão russa, chamado Scenar, envia um sinal eléctrico suave, através da pele da pessoa para afetar o sistema nervoso central e do cérebro. O cérebro reage a ele de forma semelhante aos analgésicos.

Uma ocorrência comum no espaço é uma condição chamada osteopenia  que, devido à fraca ou inexistente gravidade, afeta ossos dos astronautas e acelera a perda de massa muscular. As novas patentes podem ser utilizadas para regenerar o tecido. Se esses aparelhos passarem com êxito em todas as fases de teste, eles vão se juntar a vários outros projetos pioneiros mostrados nos filmes de ficção científica.

Fonte: Inhabitat – TB

Hawking fala sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo

O que Hawking realmente disse sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo?

Don Lincoln – Fermi National Accelerator Laboratory – 26/09/2014

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O que Hawking disse sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo

As palavras de Stephen Hawking foram tiradas de um livro de física sem que os termos fossem adequadamente traduzidos – o resultado foram manchetes excessivamente sensacionalistas. [Imagem: Maximilien Brice/Claudia Marcelloni/CERN]

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Distorção

Se você é um entusiasta da ciência, provavelmente leu nos últimos dias manchetes alegando que o físico Stephen Hawking acredita que o bóson de Higgscausará o fim do Universo.

Esta é uma deturpação da ciência de cair o queixo. O Universo é seguro e será por um tempo muito longo – por trilhões de anos.

Para entender como as palavras de Hawking foram abominavelmente distorcidas, primeiro precisamos entender a sua declaração.

Parafraseando um pouco, Hawking disse que, em um mundo no qual o bóson de Higgs e uma outra partícula fundamental – o quark top – têm as massas atribuídas às duas pelas medições feitas até agora, este universo está em um estado metaestável.

Como não há motivos para preocupações com o fim do Universo causado pelas características dele próprio, outros físicos preocupam-se em descobrir como o tempo e o espaço surgiram. [Imagem: Faculty of Physics/University of Warsaw]

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O que é metaestável

Basicamente, metaestável é “mais ou menos estável”. Então, o que isso significa?

Vamos considerar um exemplo. Pegue um taco de sinuca e coloque-o sobre a mesa de bilhar. O taco está estável, ele não vai a lugar nenhum. Pegue agora o mesmo taco e equilibre-o em seu dedo. Ele agora está instável – em quase todas as circunstâncias, o taco irá cair.

A analogia para um objeto metaestável é uma banqueta. Sob quase todas as circunstâncias, o banco vai ficar lá por toda a eternidade. Entretanto, se você empurrá-lo forte o suficiente, ele vai cair. Quando a banqueta cai, ela fica mais estável do que estava, assim como o taco de sinuca em cima da mesa ou no chão.

Agora precisamos nos voltar para o Universo e as leis que o regem. Aqui há um importante princípio orientador: o Universo é um gigante preguiçoso, uma batata de sofá cósmica. Se for possível, o Universo vai descobrir uma maneira de mover-se para o estado mais baixo de energia que puder.

Uma analogia simples é uma bola colocada na encosta de uma montanha. Ela irá rolar pela encosta da montanha e ir descansar no fundo do vale, ficando então em uma configuração estável. O Universo funciona da mesma forma. Depois que o cosmos foi criado, os campos que compõem o Universo deveriam ter-se dispostos no menor estado de energia possível.

Mas há uma ressalva.

O que Hawking disse sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo

O VLHC, sucessor do LHC, poderá trazer muito mais informações para esta discussão, eventualmente alterando toda ela. [Imagem: CERN]

Estabilidades temporárias

Lembrando da analogia da montanha, é possível que possa haver pequenos “vales” na encosta de energia que o Universo desceu desde sua criação. Conforme o Universo esfriou, ele pode ter sido pego em um desses pequenos vales. Em termos ideais, o Universo gostaria de cair para um vale mais abaixo, mas pode estar preso.

Este é um exemplo de um estado metaestável. Enquanto o pequeno vale for profundo o suficiente, é difícil sair dele. De fato, usando a física clássica, é impossível sair dele.

Entretanto, não vivemos em um mundo clássico. Em nosso Universo, devemos levar em consideração a natureza da mecânica quântica. Há muitas maneiras de descrever o mundo quântico, mas uma das propriedades mais relevantes aqui é que “raramente as coisas acontecem.” Em essência, se o Universo estiver preso em um pequeno vale de metaestabilidade, ele poderia eventualmente tunelar do vale e cair para o vale mais abaixo (Compare isto com você tunelar pela parede – só que estamos falando do Universo inteiro).

Então, quais seriam as consequências de o Universo deslizar de um vale para outro?

Fim instantâneo

Bem, as regras do Universo são regidas pelo vale no qual ele se encontra. No vale metaestável que define nosso Universo familiar, temos as regras da física e da química que permitem que a matéria se estruture em átomos e, eventualmente, em nós.

Se o Universo deslizar para um vale diferente, as regras que regem a matéria e a energia seriam diferentes. Isto significa, entre outras coisas, que partículas como quarks e léptons poderiam ser impossíveis. As forças conhecidas que regem a interação entre essas partículas poderiam não se aplicar. Em suma, não há nenhuma razão para pensar que sequer existiríamos.

Será que haveria algum aviso se esta transição ocorresse?

Na verdade, não teríamos nenhum aviso. Se, em algum lugar no cosmos, o Universo fizesse uma transição de um vale metaestável para um vale mais profundo, as leis da física mudariam na velocidade da luz. À medida que a onda de choque passasse pelo Sistema Solar, nós simplesmente desapareceríamos conforme as leis que regem a matéria que nos forma deixassem de existir. Em um segundo estaríamos aqui, e no próximo não estaríamos mais.

O que Hawking disse sobre o bóson de Higgs e o fim do Universo

Depois de ler tudo isto, é necessário também considerar que o Modelo Padrão é apenas uma explicação sobre o Universo – por exemplo, será que vivemos em um Universo Holográfico? [Imagem: Fermilab]

O que o bóson de Higgs tem a ver com isso?

Voltando à pergunta inicial, o que o bóson de Higgs nos diz sobre isso? Acontece que podemos usar o Modelo Padrão da física para nos dizer se estamos em um Universo estável, instável ou metaestável.

Sabemos que não vivemos em um universo instável porque estamos aqui, mas as outras duas opções estão abertas. Então, qual é a resposta? Ela depende de dois parâmetros: a massa do quark top e a massa do bóson de Higgs.

Se seguirmos a nossa compreensão do Modelo Padrão, combinada com as nossas melhores medições, parece que vivemos em um Universo metaestável que pode um dia desaparecer sem aviso.

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Calma

Contudo, antes de sair fazendo alarde, preste atenção a algumas palavras de advertência. Usando o mesmo Modelo Padrão que usamos para descobrir se o cosmos é metaestável, podemos prever quanto tempo provavelmente levará para que a mecânica quântica deixe o Universo deslizar do vale metaestável para um vale estável: Vai levar trilhões de anos.

A humanidade tem existido apenas por cerca de 100.000 anos, e o Sol vai crescer em uma gigante vermelha e incinerar a Terra em cerca de 5 bilhões de anos. Já que estamos falando sobre o Universo existindo como um estado metaestável por trilhões de anos, talvez sair esta noite para se esbaldar e aproveitar o final de vida que lhe resta seja uma má ideia.

É importante notar que a descoberta do bóson de Higgs não teve nenhum efeito sobre se o Universo está em um estado metaestável ou não. Se vivemos em um mundo metaestável, isso sido assim desde que o Universo foi criado, independentemente do que saibamos dele ou não.

Voltando às versões da mídia, excessivamente sensacionalistas, você pode ver que havia um fundo de verdade e um barril cheio de histeria. Não há perigo, e está tudo bem se você quiser continuar observando com grande interesse as notícias sobre a medição cuidadosa do bóson de Higgs.

E, sim, você terá que ir trabalhar na segunda-feira.

 

Fonte: Inovacaotecnologica.com.br

Físicos conseguem teletransportar estado quântico

Físicos conseguem teletransportar estado quântico de um fóton por 25 km

Por LUCIANA GALASTRI  |  23/09/2014 – ATUALIZADO (Via IFL Science)

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Cientistas conseguiram teletransportar o estado quântico de um fóton para um cristal a uma distância de 25 km. Os pesquisadores, da Universidade de Genebra, quebraram o recorde anterior de teletransporte quântico – que era de apenas 6 km.

Mas o que o estudo, publicado na Nature Photonics, significa? Basicamente, um novo avanço em rumo à computação quântica, capaz de transmitir informações entre dois pontos de forma instantânea. É sabido que fótons conseguem preservar dados em certas condições, incluindo comandos de viajar como luz ou ser armazenado em um cristal, por exemplo, em forma de matéria. Isso é alcançado através de um fenômeno chamado entrelaçamento quântico, no qual duas partículas espelham o comportamento uma da outra, mesmo estando afastadas.

Durante o experimento, um fóton foi armazenado em um cristal e o outro recebeu o comando de viajar, em forma de luz, através de uma fibra ótica, por uma distância de 25 km. Este último fóton foi forçado a colidir com um terceiro, o que deveria ter destruído os dois. No entanto, a informação presente no primeiro fóton (aquele do cristal) foi transferida para o terceiro durante a colisão e vice-versa. Então o a informação do último fóton foi transmitida para o que estava armazenado em um cristal, salvando os dados que seriam destruídos em um lugar a 25 km de distância.

Ou seja, o fóton não foi teletransportado da mesma forma que os personagens de Star Trek. Mas a informação presente no terceiro fóton passou a estar contida também no primeiro. Conhecendo o que existe dentro de um, também é possível ver o que estava dentro de outro.

Fonte: Revistagalileu.globo.com

Enviado pelo colega  Fábio Mendes Engler (via Facebook).

Revista publica ‘Guia de Viagens Intergalácticas’

Astronomia: 4 viagens espaciais que você pode fazer pela internet

Planetas e estrelas: um ponto de vista no universo (editado)

O gigantismo é relativo: planetas e estrelas

Por Pablo Aaron dos Santos | 29/03/2011

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    “Tudo é relativo”, apressam-se em enunciar os físicos de final de semana, cometendo um erro grave. Não, nem tudo é relativo. Nem mesmo para Einstein. O idealizador da Teoria da Relatividade referia-se ao tempo e espaço, estes sim dependentes do referencial.

    As pessoas possuem, intuitivamente, noções de largura, altura, profundidade, peso (do grande e do pequeno, do leve e do pesado). Essas noções são, geralmente, baseadas nas experiências que temos com o mundo que nos cerca. Que tal partirmos então para o pouco familiar?  O quanto um planeta é grande? E uma estrela? O sol é uma estrela grande?

    É difícil termos compreensão dessas medidas, afinal, o único planeta que nos é familiar é esse ao qual pisamos. Todos os outros planetas e estrelas estão muito distantes e nao passam de pequenos pontos na escuridão do nosso zênite. O que nos parece pequeno inicialmente pode ser muito grande sob um outro ponto de vista. O gigantismo é relativo.

    Observe nas gravuras abaixo a comparação entre os planetas do sistema solar, e deles com o sol e diferentes tipos de estrelas encontradas em nossa galáxia e outras.

 

Os planetas do sistema solar.

 

O planeta Júpiter, a estrela Wolf 359 (Estrela localizada a aproximadamente 7,8 anos-luz, o que a torna uma das estrelas mais próximas. Localizada na constelação de Leão. É uma anã vermelha extremamente fraca, invisível a olho nu.) e a estrela Sirius ( Estrela mais brilhante do céu, localizada na constelação de Canis Major.)

 

Sirius, Pollux (Estrela gigante laranja que está a cerca de 34 anos-luz da Terra. Pollux é a estrela mais brilhante da constelação de Gêmeos.), Arcturus (Estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. Ela é a quarta estrela mais brilhante no céu noturno.) e Aldebaran (Estrela mais brilhante da constelação Taurus.)

 

Aldebaran, Rigel (Estrela mais brilhante da constelação de Orion.), Betelgeuse (Estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª mais brilhante. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion, apesar de ser maior que Rigel.), Antares (Estrela gigante vermelha na constelação de Scorpius.), S Doradus (Estrela mais brilhante da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea.), KY Cygni (Estrela hipergigante vermelha localizada na constelação de Cygnus.) e VV Cephei (Estrela gigante vermelha localizada na constelação de Cefeu.)

    Aproveite para aprofundar um pouco mais no vídeo abaixo.

Fonte: Cursoathenas.webnode.com.br

 

E mais:

O final deste vídeo mostra o que ira acontecer com o nosso Sol daqui ha um bilhão de anos, segundo a serie Cosmos. Depois disto, apos ter consumido Mercúrio e Vênus, quem sabe a Terra, a mais ou menos 5 bilhões de anos, ira encolher e se tornar uma anã branca,  fria, brilhante, e ficara assim por mais 100 bilhões de anos. (Comando USS Orbiter A)

Ainda acha que você é grande?

Localização delas:

A Dobra espacial na Relatividade geral (artigo)

A velocidade de dobra: viagem hiper-rápida dentro da relatividade geral

(The warp drive: hyper-fast travel within general relativity)

De Miguel Alcubierre*
Department of Physics and Astronomy, University of Wales, College of Cardiff, P.O. Box 913, Cardiff CF1 3YB, UK.

PACS numbers : 0420, 0490.

Resumo

Mostra-se como, no âmbito da relatividade geral e sem a introdução de buracos de minhoca, é possível modificar um espaço-tempo de uma forma que permite que uma nave espacial a viajar com uma velocidade arbitrariamente grande. Por uma expansão puramente local do espaço-tempo por trás da nave espacial e uma contração oposta em frente a ela, o movimento mais rápido do que a velocidade da luz, como visto por observadores de fora da região do distúrbio é possível. A distorção resultante é uma reminiscência da “warp drive” da ficção cientifica. Entretanto, assim como acontece com os buracos de minhoca, será necessária uma matéria exótica, a fim de gerar uma distorção do espaço-tempo como o que discutiremos aqui.

[Published in: Class. Quantum Grav. 11-5, L73-L77 (1994)]

* Present address: Max Plank Institut fur Gravitationsphysik, Albert Einstein Institut, Schlaatzweg 1, D-14473 Potsdam, Germany.

Quando estudamos a relatividade especial, aprendemos que nada pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. Este fato ainda é verdade na relatividade geral, embora, neste caso, é preciso ser um pouco mais preciso: na relatividade geral, nada pode viajar mais rápido do que localmente a velocidade da luz.

Desde a nossa experiência cotidiana, que é baseada em um espaço euclidiano, é natural acreditar que, se nada pode viajar mais rápido do que a luz localmente, então, dado dois lugares que são separadas por uma distância espacial D adequado, é impossível fazer uma ida e volta entre eles em um tempo inferior a 2D/c (em que c é a velocidade da luz), como medido por um observador que permanece sempre no local de saída. É claro que, a partir de nosso conhecimento da especial relatividade, sabemos que o tempo medido pela pessoa que fez a viagem de volta pode ser arbitrariamente pequeno se dele (ou dela) a velocidade se aproxima à da luz. No entanto, o fato de que, no âmbito da relatividade geral e sem a necessidade de introduzir topologias não triviais (wormholes – buracos de minhoca), pode-se realmente fazer uma viagem tão redonda em um curto espaço de tempo arbitrariamente, medida por um observador que permaneceu em repouso, provavelmente, virá como uma surpresa para muitas pessoas.

Aqui eu gostaria de discutir um exemplo simples que mostra como isso pode ser feito. A ideia básica pode ser mais facilmente compreendido se pensarmos por um momento na fase inflacionária do início do Universo, e considerar a velocidade relativa de separação de dois observadores concomitantes. É fácil de convencer-se que, se define esta velocidade relativa como a taxa de variação da distância espacial adequada ao longo do tempo apropriado, vamos obter um valor que é muito maior do que a velocidade da luz. Isso não quer dizer que os nossos observadores estarão viajando mais rápido do que a luz: eles sempre se movem dentro de seus cones de luz locais. A enorme velocidade de separação vem da expansão do próprio espaço-tempo. Esta velocidade superluminal é muitas vezes uma fonte de confusão. É também um bom exemplo de como uma intuição baseada na relatividade especial podem enganar quando se trata de espaços-tempos dinâmicos [¹This superluminal speed is very often a source of confusion. It is also a very good example of how an intuition based on special relativity can be deceiving when one deals with dynamical spacetimes.]

O exemplo anterior mostra como se pode usar uma expansão do espaço-tempo para afastar-se de algum objeto a uma velocidade arbitrariamente grande. Da mesma forma, pode-se usar uma contração do espaço-tempo para aproximar-se de um objeto a qualquer velocidade. Esta é a base do modelo para a viagem espacial super rápida que desejo apresentar aqui: criar uma distorção do espaço-tempo local, que irá produzir uma expansão por trás da nave espacial e uma contração oposta à sua frente. Desta forma, a nave será empurrado para longe da Terra e puxada na direção a uma estrela distante pelo próprio espaço-tempo. Pode-se então inverter o processo de voltar à Terra, tendo arbitrariamente um pequeno tempo para completar a viagem de volta.

Agora vou introduzir uma métrica simples que tem precisamente as características acima mencionadas. Eu vou fazer isso usando a linguagem do formalismo 3+1 da relatividade geral, [¹,²] porque vai permitir uma interpretação clara dos resultados. Neste formalismo, o espaço-tempo é descrito por uma folheação de hipersuperfıcies do tipo espacial da coordenada de tempo na constante t. A geometria do espaço-tempo é dado em termos das seguintes quantidades: a trimetria ϒij das hipersuperfıcies, o lapso da função α que dá o intervalo que propõe o tempo entre o mais próximo com que são medidas pelos observadores ‘Eurelianos’ (aqueles cujas quatro velocidade é normal para os hipersuperfıcies), e o vector de deslocamento βi que relaciona os sistemas de coordenadas espaciais em diferentes hipersuperfıcies. Usando essas quantidades, a métrica do espaço-tempo pode ser escrita como: [² In the following greek indices will take the values (0,1,2,3) and latin indices the values (1,2,3).]

Figura1

Note-se que enquanto a métrica ϒij é positiva e definida para todos os valores de t (como deveria, a fim de que ele seja uma métrica espacial), o espaço-tempo é garantido para ser globalmente hiperbólico. Qualquer espaço-tempo que pode ser descrito na linguagem formal do 3+1 portanto, não terá curvas causais fechadas.

Deixe-nos agora pressupor que os nossos movimentos na nave espacial ao longo do eixo x em um sistema de coordenadas cartesianas. Queremos encontrar uma métrica que irá “empurrar” a nave espacial ao longo de uma trajetória descrita por uma função arbitrária de tempo xs (t). A metrica que nos dá esta propriedade é dada por (G=c=1):

Figura2

Onde:

Figura3

E onde  f  é a função

FIG4

Com R > 0  e  σ > 0  parâmetros arbitrários. Note que para um longo σ a função f (r) aproxima-se muito rapidamente de uma função “cartola”

FIG5

Com as definições acima, a métrica (1) pode ser reescrita como:

FIG6

É fácil de compreender a geometria do espaço-tempo a partir das expressões anteriores. Em primeiro lugar, a partir da equação (5) podemos ver que a tri-geometria das hipersuperfıcies é sempre plana. Além disso, o fato do lapso ser dado por α = 1 implica que as curvas temporais normais para estes hipersuperfıcies são campos gravitacionais, i.é, os observadores Eulerianos estão em queda livre. O espaço-tempo, no entanto, não está, devido à presença de uma mudança não uniforme. No entanto, uma vez que o vetor de mudança desaparece para  rs >> R vemos que em qualquer momento t do espaço-tempo estará essencialmente em toda parte, exceto dentro de uma região com um raio de ordem R centralizado no ponto (xs(t), 0, 0) .

Desde que a tri-geometria dos hipersuperfıcies seja plana, as informações sobre a curvatura do espaço-tempo será contida no tensor da curvatura extrínseca Kij . Esse tensor descreve como as hipersuperfıcies tridimensionais estão embutidas no espaço-tempo de quatro dimensões e é definido como:

FIG7Onde Di  indica a diferenciação covariante em relação a tri-metria ϒij . Da forma de  α e ϒij , não é difícil de ver que esta expressão reduz para

FIG8

A expressão θ de volume dos elementos associados com os observadores Eurelianos é dada em termos de Kij como

FIG9

Desta expressão não é diferente para mostrar que:

FIG 10

A Figura (1) mostra o gráfico de θ  como uma função de x e ρ = (y2 + z2 )¹⁄ , no caso particular quando σ = 8 e R = vs = 1. O centro da perturbação corresponde à posição da espaçonave xs (t). Vemos claramente como os elementos de volume estão se expandindo por trás da nave espacial, e contraindo na frente dela.

Para provar que a trajetória da nave espacial é de fato uma curva tipo tempo, independentemente do valor de vs (t) nós substituímos x = xs (t) na metrica [8]. Em seguida, é fácil ver que para a trajetória da nave espacial teremos:

FIG 11

Isto implica não apenas que a nave se move em uma curva tipo tempo, mas também que seu tempo é igual a coordenada tempo. Uma vez que a coordenada tempo também é igual ao tempo apropriado de observadores distantes da região plana, podemos concluir que a nave sofre nenhuma dilatação de tempo, uma vez que se move. Também é fácil de provar que a nave se move sobre um campo gravitacional. Isto significa que mesmo que a aceleração das coordenadas podem ser uma função de tempo arbitrária, a aceleração devido ao longo do caminho espacial será sempre zero. Além disso, não é difícil de convencer-se que, quando o parâmetro é grande, as forças da maré nas imediações da nave são muito pequenos (desde que R esteja maior que o tamanho da nave). Claro, na região onde r ≅  R a força das marés podem ser de fato muito grandes.

Para ver como se pode usar essa métrica para fazer uma viagem a volta a uma estrela distante em um pequeno tempo arbitrado, vamos considerar a seguinte situação: Duas estrelas A e B estão separadas por uma distância D no plano espaço-tempo. No momento t0, uma nave espacial começa a se afastar de A em uma velocidade v < 1 usando seus motores de foguete. A nave espacial depois pára a uma distância d longe de A. Vou assumir que d é tal que:

R << d << D                                                                 (14)

 É neste ponto que uma perturbação do espaço-tempo do tipo descrito, centrada na posição da nave, primeiro aparece. Esta perturbação é tal que a nave é empurrada para longe de A com uma aceleração de coordenadas que muda rapidamente de 0 a um valor constante α. Uma vez que a espaçonave está inicialmente em repouso ( vs = 0 ), a perturbação irá desenvolver sem problemas no espaço-tempo em (ver equação [8]).

Quando a nave está a meio caminho entre A e B, a perturbação é modificada de tal maneira que a aceleração das coordenadas muda rapidamente de a para -a. Se a aceleração das coordenadas na segunda parte da viagem é organizada de tal forma a ser o oposto do que a que tivemos na primeira parte, em seguida, a nave irá eventualmente encontrar-se em repouso a uma distância d longe de B, a qual a perturbação do espaço-tempo desaparecerá (porque novamente vs = 0). A jornada é agora completada por mover-se novamente através do plano do espaço-tempo a velocidade v  [3 The two constant-velocity legs at the beginning and end of the journey are not crucial for the argument that I wish to present here. I only introduce them in order to guarantee that the two stars will remain unaffected by the disturbance of spacetime ( R << d ), and can therefore be used as unperturbed “clocks” with which to compare the proper time on board the spaceship].

Se cada uma das mudanças em aceleração é muito rápida, o total da coordenada T de tempo decorrido na viagem só de ida será essencialmente dada por:

FIG 12

Uma vez que ambas as estrelas permanecem no espaço, o tempo adequado é igual a coordenada tempo. O momento adequado medido na nave espacial, por outro lado, são os seguintes:

FIG 13

Com  ϒ = ( 1 – v2 ) . Vemos, então, que a dilatação do tempo só vem desde as fases iniciais e finais da viagem, quando a nave se move através de um espaço-tempo. Agora, se a condição se mantém [14], teremos:

FIG 14

Está claro que T pode ser feito tão pequeno quanto quisermos, aumentando o valor de α. Uma vez que a viagem de ida e volta só levará o dobro do tempo, descobrimos que podemos estar de volta a estrela A após um pequeno momento arbitrado adequado, tanto do ponto de vista da nave espacial e do ponto de vista da estrela. A nave será, então, capaz de viajar mais rápido do que a velocidade da luz. No entanto, como vimos, ela permanecerá sempre em uma trajetória tal qual o tempo, isto é, dentro do seu cone de luz local: a própria luz também está sendo empurrada pela distorção do espaço-tempo. Um mecanismo de propulsão baseado em uma distorção do espaço-tempo, implora para ser dado-lhe o nome familiar da “warp drive” da ficção científica.

A métrica que acabo de descrever tem uma desvantagem importante, porém: ela viola as três condições energéticas (fracas, dominante e forte [3]). Ambos os fracas e as condições de energia dominantes exigem a densidade de energia positiva para todos os observadores. Se se calcula o tensor de Einstein da métrica [8], e utiliza o fato de que a velocidade de quatro dos observadores Euler é dada por:

FIG 15

então pode-se mostrar que esses observadores verão uma densidade de energia dada por:

FIG 16

O fato de que esta expressão está em toda parte negativa implica que as condições de energia fracas e dominantes são violadas. De uma maneira semelhante pode-se mostrar que a condição energética forte também é violada.

Vemos, então, que, assim como acontece com os buracos de minhoca, também acontece com a matéria exótica para viajar mais rápida que a velocidade da luz. No entanto, mesmo que a pessoa acredite que a matéria exótica seja proibida classicamente, é bem sabido que a teoria quântica de campo permite a existência de regiões com densidades de energia negativas em algumas circunstâncias especiais (como, por exemplo, no efeito Casimir [4]). A necessidade de material exótico, por conseguinte, não necessariamente eliminam a possibilidade de utilização de uma distorção do espaço-tempo, como a descrita acima para as viagens hiper-rápidas interestelares. Como um comentário final, vou apenas mencionar o fato de que mesmo que o espaço-tempo descrito pela métrica [8] seja globalmente hiperbólica, e, portanto, não contém curvas causais fechadas, isso provavelmente não dificulta muito a construção de um espaço-tempo que contém tais curvas usando uma ideia similar ao apresentado aqui.

O autor gostaria de agradecer a Bernard F. Schutz e Gareth S. Jones por muitos comentários úteis.

References

[1] C.W. Misner, K.S. Thorne and J.A. Wheeler, Gravitation, W.H. Freeman, 1973.

[2] J.W. York, \Kinematics and Dynamics of General Relativity” in: Sources of Gravitational Radiation, ed. L.L. Smarr, pp. 83-126, Cambridge University Press, 1979.

[3] S.W. Hawking and G.F.R. Ellis, The Large Scale Structure of Spacetime, Cambridge University Press, 1973.

[4] B.S. DeWitt, in General Relativity: An Einstein Centenary Survey, edited by S.W. Hawking and W. Israel, Cambridge University Press, Cambridge, 1979.

 

Tradução:  Capitão da USS Orbiter A

Fonte:  http://iopscience.iop.org/0264-9381/11/5/001

15 coisas que você não sabia sobre STAR TREK

Veja 15 coisas que você não sabia a respeito de STAR TREK

 por Da Redação | 13/05/2010 16h28
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Star Trek

SlashFilm divulgou 15 Coisas que Você Provavelmente Não Sabia a Respeito de Star Trek. A série foi criada em 1966, por Gene Roddenberry, e ganhou adaptações nos cinemas, além de jogos de videogame. O último filme a ir para as telonas foi dirigido por J. J. Abrams, lançado em 2009, que mostrou as origens do capitão James Kirk, Spock e a tripulação da USS Enterprise.

Veja a curiosa lista criada pelo artista gráfico Ricky Linn:

1) A primeira nave da Nasa a ir em órbita foi chamada de Enterprise, a pedido dos inúmeros fãs da série.

2) A série original tinha uma mulher como primeira comandante da nave. Mas a emissora de TV não acreditava que uma mulher pudesse ter o papel de comandante da nave, então, o “cargo” foi para um homem.

3) A série original também mostrava o primeiro beijo interracial da TV americana. Foi entre o Capitão Kirk e a Tenente Uhura, em 1968, o mesmo ano em que Martin Luther King foi assassinado.

4) A primeira tripulação foi intencionalmente diversificada porque Gene Roddenberry, o criador, esforçou-se para representar o futuro mais utópico.

5) Os tripulantes que usavam uniformes vermelhos foram os que mais morreram na série original (10% vestiam camisa amarela; 8% azul; 73% vermelha; 9% outras). Em 2009, o rebootde Star Trek fez uma referência ao fenômeno, fazendo com que o engenheiro chefe Olsen morresse usando um uniforme vermelho.

6) O significado das cores dos uniformes da série original eram: amarelo – comando; vermelho – operações; azul – ciências. Na geração seguinte, significavam: amarelo – operações; vermelho – comando; azul – ciências.

7) Majel Roddenberry, esposa de Gene, ganhou um papel na retomada da franquia. foram 726 episódios de TV em seis séries e 11 filmes.

8) A mais famosa saudação volcana foi inventada por Leonard Nimoy, o Spock da série original. Foi baseada em uma bênção sacerdotal judia, de vida longa e próspera.

9) Zachary Quinto teve de usar cola entre os dedos para fazer a saudação volcana no filme.

10) O colégio The Lake Tahoe Community ofereceu um curso on-line de “Xenolinguística: A Antropologia das Línguas Alienígenas.” No currículo dos alunos estava o ensino de Volcano, Romulan, Klingon e Tribble

11) Os fãs de Star Trek são conhecidos como Trekkers. O termo está listado no Dicionário Oxford como “um admirador da série de TV americana de ficção científica Star Trek; um viajante espacial; alguém interessado em viagem espaciais.”

12) Em 2006, William Shatner vendeu uma pedra de seu rim para o GoldePalace.com, a um colecionador, por US$ 25 mil. O dinheiro foi para um fundo beneficente.

13) O censo norte-americano recebeu milhares de pedidos para que as pessoas fossem registradas segundo uma raça de Star Trek.

14) A empresa de efeitos visuais de George Lucas, a ILM, trabalhou em sete filmes de Star Trek, incluindo o mais recente, de 2009, que também foi o mais pirateado da franquia.

15) A mais famosa frase, “audaciosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve” (To boldly go where no man has gone before), foi tirada quase literalmente de um livro da Casa Branca, de 1957, sobre exploração espacial. É um dos mais famosos exemplos de tempo verbal infinitivo usado incorretamente, gramaticalmente falando.

Fonte: Cineclick

Cometa recém-descoberto pode chocar-se com Marte em 2014

Cometa pode se chocar com Marte em 2014

O Cometa recém-descoberto tem diâmetro entre 8 e 50 km

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Por Joe Rao e Space.com  |  

NASA/JPL-Caltech/UCLA

Um cometa recém-descoberto paarece estar a caminho de passar muito perto do planeta Marte em outubro de 2014, e existe uma chance – ainda que pequena – de colidir com o planeta.

O novo cometa C/2013 A1 (Siding Spring) foi descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo escocês-australiano Robert H. McNaught, um prolífico observador de cometas e asteroides que tem 74 descobertas de cometas no currículo.

McNaught é um dos participantes do Siding Spring Survey, um programa que caça asteroides que podem se aproximar muito da Terra. Descobriu o novo cometa usando o Telescópio Uppsala Schmidt, de50 metros, no Observatório Siding Spring,em New South Wales, na Austrália.

Imagens anteriores à descoberta do cometa, feitas em 8 de dezembro de 2012 pelo Catalina Sky Survey, no Arizona, foram encontradas rapidamente. Como o cometa foi descoberto como parte de sua busca por asteroides, ele tem o nome do observatório, Siding Spring. Oficialmente ele está catalogado como C/2013 A1.

Quando foi descoberto, o Cometa Siding Spring estava a 1,07 bilhão de quilômetros do sol. Com base na excentricidade de sua órbita, ele parece ser um cometa novo, ou “virgem”, viajando em uma órbita parabólica e fazendo sua primeira visita à vizinhança do sol. Espera-se que seu periélio (o ponto em que ele passa mais perto do Sol) seja em 25 de outubro de 2014, auma distância de 209 milhões de quilômetros.

Menos de uma semana antes disso, porém, em 19 de outubro de 2014, o cometa – com um núcleo estimado entre 8 e 50 km de diâmetro – deve cruzar a órbita de Marte e passar muito perto do planeta. Cálculos preliminares sugerem que nominalmente, em sua maior aproximação, o Cometa Siding Spring chegará a 101 mil km de Marte.

No entanto, como o cometa está a uma distância muito grande e está sendo estudado há menos de três meses, as circunstâncias de sua órbita provavelmente precisarão ser refinadas nas semanas e meses futuros. Dessa forma, a aproximação marciana do cometa pode acabar sendo maior ou menor do que sugerem nossas previsões atuais. De fato, na quarta-feira passada (27 de fevereiro), observações feitas por Leonid Elenin, um respeitável astrônomo russo que trabalha no Instituto de Matemática Aplicada Keldysh, sugeriu que o cometa poderia passar ainda mais perto – a apenas41.300 kmdo centro de Marte.

De acordo com Elenin: “Em 19 de outubro de 2014, o cometa pode atingir uma magnitude aparente de -8 ou -8,5 se visto de Marte!” (Isso deixaria o cometa de15 a25 vezes mais brilhante que Vênus. “Talvez seja possível conseguir imagens de alta resolução da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO)”, adicionou ele.

E também existe a pequena possibilidade de o cometa colidir com Marte.

Movendo-se a 56 km por segundo, uma colisão dessas criaria uma cratera de impacto em Marte com até 10 vezes o diâmetro do núcleo do cometa, e até 2 km de profundidade, com uma energia equivalente a 2×1010 megatons!
A maioria dos leitores se lembrará do mergulho do Cometa Shoemaker-Levy em Júpiter, em 1994, que deixou escuras cicatrizes na cobertura de nuvens do planeta durante muitos meses após a colisão.

Colidindo ou não, o Cometa Siding Spring definitivamente chegará extremamente perto de Marte em menos de 20 meses. Incrivelmente, essa será a segunda passagem de um cometa perto de Marte em pouco mais de um ano.

Em 1º de outubro desse ano, o muito aguardado Cometa ISON deve passar a 10,5 milhões de quilômetros de Marte até passar raspando o Sol em novembro. Esse encontro é próximo o suficiente para ser categorizado como excepcional e, mesmo assim, o Siding Spring passará 100 vezes mais perto.

Fonte: Scientific American Brasil

II Steampunk Brasil 2014

Steampunk Dr Who, Star Trek & Star Wars

Steampunk com temas de Doctor Who, Star Trek e Star Wars. Uma Convenção sobre a cultura de ficção científica baseada no Século 19.

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Fonte: David M. Merchant (pinterest.com)

Contribuição via Facebook de Adriana Cabral e Alm. Luiz Roberto Videira Tonelli (FFESP)

Vista-se bem em seu uniforme

Por achar que devemos nos vestir bem, até de uniforme da Frota, publico esta matéria da Revista Mensch. E para ajudar mais ainda, acessem o site metric-conversions.org para tirar as suas medidas.   (Comando USS Orbiter A)

ESTILO: Tudo o que você gostaria de saber sobre ternos

Revista Mensch  |  novembro, 21 de 2012
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O terno está para o homem assim como o vestido de gala está para a mulher. Uma gravata faz um homem se sentir tão poderoso quanto uma mulher em salto 15. Não importa se é gordo, magro, alto ou baixo, um terno imprime elegância, status, masculinidade e atrai os olhares femininos. Mas para fazer bonito mesmo dentro de um terno há várias considerações a serem feitas para que a peça caia como uma luva para o homem que usar. Por mais que se fale sobre o assunto sempre existiem dúvidas, e pensando nisso a MENSCH resolveu fazer esse guia completo sobre ternos. Para isso fomos atrás de solucionar as dúvidas mais comuns dos homens. Para nos auxiliar nessa matéria contamos com a participação especial de dois profissionáis da área, Heraldo Mazza, dono da marca masculina Mr. Kitsch, e Charles Vilaça gerente de moda masculina da loja Santo Homem. Heraldo e Charles responderam algumas questões sobre o assunto.
OS MAIORES ERROS NA HORA DE USAR UM TERNO
Começando pelos erros… O maior e mais notável erro é no tecido e no tamanho. A dica é a lã, desde que a trama do frio seja adequada ao clima do lugar. Quanto as medida, o caimento tem de ser perfeito, por isso tem de estar atento na altura do punho, bainha, encaixe de colarinho e de ombros. A meia é outro item que não deve ser esquecido. É preciso lembrar que ela deve ser uma extensão da calça ou da camisa e não deve contrastar com a cor da calça.“Seguindo estas regras você estará sempre bem vestido independente da label que esta usando.” Diz Heraldo Mazza.
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NA HORA DA COMPRA
São três itens que devem pesar na hora da compra: o corte, sempre pensando no caimento; a composição do tecido, e aí vale a dica de que quanto mais sintético for o tecido, menor qualidade, conforto, durabilidade e impacto visual e claro, o acabamento. A diferença de acabamento fica por conta do forro na parte interna frontal das pernas, esse detalhe proporciona conforto e proteção. “Quanto ao acabamento é fundamental observarmos detalhes visíveis que fazem a diferença no decorrer do uso. Forro na parte interna, frontal das pernas, proporciona conforto ao caminhar e protege a pele da fricção direta com o tecido.” Diz Charles Vilaça
Combinações que dão certo
– Eventos sóbrios pedem cores discretas, eventos informais, cores mais alegres;
– Modelo de corte slin sem gravata se torna chic e despojado.
– Terno com uma malha básica de manga curta ou até mesmo longa e um mocassim.
Combinações que são um desastre
– Cores fortes em todas as peças
– Diferenças nos fios
– Evento formal com proposta de look casual
– Modelo apertado que marca a barriga ou comprometa o caimento e o movimento dos braços;
– Modelo para um tamanho diferente de quem tá vestindo
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A GRAVATA
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Na hora de escolher a gravata fique atento à harmonia do conjunto e a sua própria personalidade, não use gravatas divertidas se esse não for seu estilo. A gravata pode combinar com a camisa, se o look for mais clássico e com o terno se a idéia for se sentir mais seguro e não chamar atenção. Os mais descolados podem fazer sobreposições e contrastes de cores. Segundo Heraldo “No verão e quanto mais informal for a ocasião. A melhor a pedida sem gravata é um modelo de corte slim, se torna chic e despojado.” Já segundo Charles “Em ocasiões onde a mesma não é exigida, viagens, passeios, festas… Podemos usar um terno com uma malha básica de manga curta ou até mesmo longa e um mocassim. Em casos de trabalho o mesmo define a necessidade.”
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OS BOTÕES

Se você tem dúvidas quanto ao número “certo” de botões de um terno a dica é simples, quem dita a quantidade é a moda da época. Atualmente a pedida é o terno de dois botões. Um botão fica mais moderno, porém tem prazo de validade e pode não cair bem para os mais gordinhos; três botões são para um visual mais clássico e quatro em modelo transpassado, fica muito bem porém extremamente clássico, neste caso tem a opção de um corte slim propondo um visual clássico renovado.
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O modelo que você deve ter no armário
A tendência atual nos apresenta ternos de dois botões com o paletó mais curto que os habituais e lapelas mais finas. As calças estão sem pregas, mais justas e a bainha mais curta. O resultado é uma silhueta mais slim, tornando o homem mais alto e magro consequentemente mais elegante. Para os mais práticos e objetivos, um cinza médio ou grafite de lã em 2 botões já é uma boa garantia de sucesso.

O TERNO DE TRABALHO
A dica básica para quem precisa usar terno no trabalho é: escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha. Segundo Charles, “Respeitar o que exige o traje da profissão é essencial e vai garantir o emprego. Algo que é fundamental em qualquer caso é saber as medidas corretas. Sem isso, não há combinação de cores certa que sustente um look adequado.” Além disso é estar adequado ao tipo de profissão e ao que ela exige, arriscar em cores, cortes ou tendências ultra modernas, por exemplo, cabe apenas aos profissionais da moda ou do “red carpet”. “A informação esta aí para todos, temos muitas opções, muitas revistas com editoriais que ensinam as combinações melhores para cada um e cada ocasião. Mas basicamente a coordenação de cores e padrões, além da medida adequada para o seu biotipo, pois são detalhes que conferem bom gosto, sofisticação, informação e elegância. Fica a dica: Escolha sempre algo que combine com sua personalidade, com o posto ocupado na empresa e como são as regras da empresa que você trabalha.” Comenta Heraldo Mazza.
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O PRETINHO BÁSICO MASCULINO
O terno preto, mesmo parecendo básico, também tem suas peculiaridades. Por ser básico pode ser usado em qualquer estação, contudo deve-se levar em consideração o tipo de tecido. No Brasil, por exemplo, não faz sentido ternos com a tradicional lã européia, que apesar do caimento perfeito, não se adequa ao clima dos trópicos.
Para os latinos o idéia é a lã fresca, e a gabardine,chiques e funcionais. Falando em lapelas No terno preto,  são detalhes que ajudam a mudar o estilo facilmente. As lapelas pontudas sugerem ao mesmo tempo nobreza e modernidade já as médias são aceitas em todo lugar e as estreitas melhor evitar pois farão parecer que  você está usando um smoking antiquado. Quanto a camisa, o par perfeito ainda é a de cor branca, mas você pode variar com outras cores desde que sejam suaves.
Bem, basicamente o que podemos dizer é que para não ter erro, a dica é adequar o seu estilo e biotipo ao que a moda do clássico pede. Com essas dicas e sugestões não tem erro. E caso tenha, é só nos escrever: revistamensch@gmail.com.br
Fonte: Chic – Glória Kalil, Revista PLAYBOY, VIP
Consultoria:
Heraldo Mazza – Mr. Kitsch
Charles Vilaça – Santo Homem
Ricardo Cisneiros – Glória Kalil
Acompanhe a MENSCH também pelo Twitter: @RevMensch e curta nossa página no Facebook: RevMensch ou baixe no iPad gratuitamente pela App Store.

Ler ficção científica

Para começar a ler ficção científica

Muita gente me pergunta como começar a ler ficção científica. O gênero pode atrair diversas pessoas e pode também intimidar. Normalmente, os escritores de FC são extremamente prolíficos, com mais de 50 livros cada (isso sem contar o Isaac Asimov, com seus mais de 300 livros). Além disso, o gênero possui diversas ramificações e sub-divisões. Por isso, achei que valia a pena fazer um vídeo (e um post) só sobre isso.Antes de qualquer coisa, quero esclarecer que não sou especialista em FC. Tudo que eu conheço veio de leituras feitas por diversão. Também acabo lendo muito mais obras de autores que já foram traduzidos para o Brasil (esse processo facilita muito a descoberta, mesmo que de outros títulos).Bem, existem vários conceitos para definir o que é a FC. Alguns acreditam que tudo que se passe em mundos que não são o nosso (para esse conceito, a literatura que chamamos de fantasia também) é FC, outros acreditam que só aquilo que tem uma base científica muito clara (estudo sobre possibilidades de viagens espaciais, desenvolvimento de línguas próprias etc.) pode ser chamado de ficção científica. Mas existe um senso comum sobre o que é FC, e vamos trabalhar com ele neste post/vídeo.Como qualquer outro gênero literário, a FC requer interesse, mas também requer alguma iniciação. Dificilmente alguém que nunca leu nada do gênero vai ler Valis e gostar. Existem alguns livros que trazem o universo da FC de forma mais suave ao leitor e é possível começar por eles, mas o período inicial de adaptação sempre será necessário.É importante que você goste de algum elemento do tema. Se você se amarra em engenharia, talvez uma FC mais hard possa te interessar. Se você se interessa por resolução de conflitos sociais, alguma coisa mais de construção de sociedades diferentes etc.

Vou tentar dividir as indicações por tema:
  • Se você gosta de robôs: Eu, robô, do Isaac Asimov. (Se você já viu o filme, esqueça tudo aquilo e vá ler o livro!) [Cultura | Travessa]
  • Se você gosta de história: O homem do castelo alto, do Philip K. Dick (já falei deleaqui) pode ser uma boa. [Cultura]
  • Se você se interessa por problemas sociais e como eles podem ser resolvidos em diferentes contextos: Os despossuídos, da Ursula Le Guin. [Estante Virtual]
  • Se a questão do gênero te interessa: A mão esquerda da escuridão, da Ursula Le Guin (já falei dele aqui) [Cultura | Travessa] e O conto da Aia, da Margaret Atwood [Cultura | Travessa]
  • Se magia é o seu negócio: Ciclo Terramar, da Ursula Le Guin (ele já foi traduzido em Portugal, então dá para encontrar na internet, mas a versão em inglêstambém não é difícil).
  • Agora se a diferença entre realidade e simulação é o seu caminho: Ubik, do PKD (já falei dele aqui). [Cultura | Travessa]
  • Para os apaixonados pelos grandes épicos: Trilogia Fundação, de Isaac Asimov. [Cultura | Travessa]
  • Se você é apaixonado por computadores e pensa sobre o ciberespaço no futuro:Neuromancer, do William Gibson. [Estante Virtual]
  • Agora, se você quer um livro incrível sobre o universo, a vida e tudo mais:Matadouro 5, do Kurt Vonnegut. [Esgotado 😦 ]

Se alguém tiver mais alguma indicação, não deixe de colocar nos comentários hein?

Fonte: Aoresdochao.com
Compartilhado no grupo FFESP – Vice-Almirante Luiz Roberto Videira Tonelli via Facebook.

Tradutor universal: será que sai?

Tradutor universal mais próximo de Jornada

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universal translatorA barreira linguística nunca foi um problema para os personagens de Jornada em razão do tradutor universal, tecnologia essa considerada, para alguns, fantasiosa ou futurista. Mas ao que parece, esse futuro já começou. A Skype e a Microsoft Translator estão apresentando um aparelho que funcionará em conversas em vídeo realizando traduções em áudio e texto.

A Microsoft anunciou o que classifica de enorme avanço em matéria de tradução simultânea e disse que oferecerá uma versão de testes através do Skype, sua unidade de mensagens, até o fim de 2014. Com a novidade, chamadas de vídeo pela aplicação entre pessoas que falam diferentes idiomas poderiam ter uma tradução simultânea de texto.

tradutor_universal 2A empresa exibiu seu novo Skype Translator no evento Code Conference, realizado nesta terça, na Califórnia, afirmando que torna realidade a visão do “tradutor universal” de Star Trek.

“A Skype sempre foi de quebrar barreiras”, disse Gurdeep Pall , vice-presidente corporativo da Skype e Lync da Microsoft. “E a barreira da língua é enorme. Sempre foi um bloqueador para a produtividade e conexão humana. O Skype Tradutor nos ajudará a superar essa barreira. Você vai ter a certeza de que poderá se comunicar com qualquer pessoa, sem barreiras linguísticas”.

“Estamos ainda nas primeiras fases desta tecnologia, mas a visão de Star Trek sobre um tradutor universal não está a uma galáxia de distância e seu potencial é tão excitante quanto os exemplos de Star Trek”, afirma em seu blog Gurdeen Pall.

Na ocasião, foi apresentado um bate-papo mostrando uma tradução de alemão para inglês e vice-versa (há 40 idiomas na lista de línguas do aplicativo). O diálogo foi exibido nos dois idiomas tanto em áudio quanto em legenda (alguns alemães que estavam no evento disseram que a tradução estava “boa”). Você pode ver a apresentação neste video.

“O produto, resultado de anos de pesquisas na Microsoft, estará disponível como aplicativo no Windows 8 antes do fim do ano”, disse Pall.

Fontes: Terra – Tecnomundo – TB

Poderia o teletransporte de Star Trek ser construído?

Poderia o Teletransporte de Star Trek ser construído?

Por Jeff Alf (via FB) – grupo USS Venture NCC 71854 | maio, 30 de 2014

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Transporter room

“O teletransporte quântico de dados é agora uma possibilidade realista, diz um estudo publicado quinta-feira pela revista Science.

Físicos do Instituto Kavli de Nanociência na Universidade de Tecnologia de Delft na Holanda foram capazes de mover-se de informação quântica entre dois bits quânticos separados por cerca de 10 metros sem alterar o estado de spin de um elétron, informou o New York Times.

Os cientistas foram capazes de realizar o teletransporte “determinística”, o que significa que cada vez que trabalhou a esta distância. Em seguida, eles vão começar a testar em distâncias maiores, com a esperança de ser bem sucedido quando teleportar ao longo de mais de um quilômetro ”

Fonte: Veja a reportagem em http://www.ibtimes.com/could-star-trek-transporter-be-real-quantum-teleportation-possible-scientists-say-1592171

Ator de Star Trek é primeira capa da Smithsonian

Ator de Star Trek é primeira capa da Smithsonian

Posted by T’Bonz – Abril, 24 de 2014

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StewartSmithsonianCover042414

A revista Smithsonian quebrou uma tradição de 44 anos de nunca ter celebridades vivas em sua capa e sua primeira celebridade não é outro senão um ator de Star Trek .

Sir Patrick Stewart é destaque na edição de maio da revista.

A revista “Questão Futuro” apresenta Stewart na capa, e inclui uma entrevista com o ator, que pode ser lido aqui, no qual Stewart compartilha seus pensamentos a respeito de para onde “a sociedade atual está apontada.”

Não espere para ver mais outras celebridades, diz o editor-chefe Michael Caruso. A capa foi “inspirada no papel que Stewart está desempenhandoao incorporar a estréia da DC de seu novo filme X-Men no Smithsonian”.

“Nós não temos planos de fazê-lo novamente em breve”, disse ele, “então por favor informe a Kim Kardashian para parar de ligar.”

Fonte: Trektoday.com

Compartilhamento Facebook, Fabio Engler (grupo Star Trekkers)

Veja a matéria completa clicando aquí. Caso saia do ar, avisem que postarei-a aquí. [Comando USS Orbiter A]

Carta ao Capitão Kirk

Shatner envia carta ao capitão Kirk

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shatner cartaO USS Zumwalt é um dos navios mais futuristas da Marinha americana e foi batizado no sábado passado. O seu capitão tem o nome bastante apropriado, James Kirk. Aparentemente, a tripulação convidou William Shatner para o batismo do navio, mas ele não foi capaz de participar do evento, e enviou uma carta com pedido de desculpas, como relata o site Business Insider. Barbara Zumwalt, a esposa do almirante Zumwalt onde o navio recebe o seu nome, twittou a foto da carta enviada por Shatter. A carta diz: “Infelizmente eu não posso estar com vocês quando seu navio for lançado ao mar e, obviamente, seu capitão, o capitão Kirk, é querido ao meu coração”, escreveu Shatner. ”Então me perdoem por não comparecer, a minha agenda não permite, mas sei que vocês estarão em nossos pensamentos – Sr. & Sra. Shatner – nós abençoamos vocês e espero que tenham uma viagem segura onde quer que seu navio os leve”. A carta que ele enviou para os marinheiros em breve estará a bordo, atualmente está em exposição no Bath Iron Works em Maine.

Fonte: TB