Atenção Capitães! Convenção Las Vegas 2015

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 Updated: July 31, 2015

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Games de Star Trek inspirados em Leonard Nimoy

Relembre os melhores games de Star Trek inspirados em Leonard Nimoy

por FELIPE VINHA (TechTudo) | Fev., 27 de 2015

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Star Trek fez história na TV e nos cinemas, e nesta semana os fãs se despediram de Leonard Nimoy, o Sr. Spock, que faleceu aos 83 anos. Além dos filmes, seriados e quadrinhos, Spock também aparece em alguns jogos da série, ainda que nem todas as versões tenham sido interpretadas por Nimoy. Confira:

Confira o review de Star Trek

Relembre as aparições de Spock nos games (Foto: Divulgação)

Star Trek Trexels

Este jogo é o mais recente da lista e foi lançado apenas para dispositivos móveis. Nele o jogador acompanha a tripulação da Enterprise com gráficos em pixels, mas com bastante charme.

Star Trek Trexels para celulares (Foto: Divulgação)

A missão no game é construir uma nave e mantê-la forte, frente a exploração espacial. O jogo conta com narração de George Takei, outro astro de Star Trek, e também com personagens icônicos da série, como o Sr. Spock.

Star Trek Online

Star Trek Online é o MMO gratuito da saga cinematográfica e da TV. A história é original, mas o jogador pode criar seu personagem do zero, incluindo um Vulcano, a mesma raça de Spock.

Star Trek Online conta com Vulcans jogáveis (Foto: Divulgação)

O jogo não tem a participação direta de Leonard Nimoy, mas conta com a narração do ator  Zachary Quinto em algumas partes. Quinto viveu a versão moderna de Spock nos filmes mais recentes da saga Star Trek.

Star Trek Rivals

Star Trek Rivals é outro jogo de dispositivos móveis que foi lançado para a série, mas também inspirado nos novos filmes da saga. Aqui, Spock e o capitão James T. Kirk duelam em um jogo de cartas colecionáveis.

Star Trek Rivals (Foto: Divulgação)

O game é simples e gratuito, sem muitas pretensões de ser memorável, a ponto de usar personagens aleatórios e de diversos universos de Star Trek. Ele é inspirado no jogo Triple Triad, do RPG Final Fantasy 8, em termos de jogabilidade.

Star Trek

Outro jogo recente, lançado para PC, Xbox 360 e PS3, chamado apenas de Star Trek, também é inspirado pelos filmes recentes, mas Spock é um dos principais personagens desta saga – na verdade ele é parte da única dupla jogável, entre Spock e Kirk.

Star Trek, o jogo do filme (Foto: Divulgação)

Este game tem jogabilidade inspirada por Mass Effect, com ação em terceira pessoa e tema forte de sci-fi. Spock e Kirk realizam uma missão sozinhos, onde precisam contar com suas habilidades e conhecimentos, ainda que sempre ocorra uma sequência de ação. Apesar dos gráficos avançados, o game não tem uma história muito empolgante.

Star Trek (1971)

O primeiríssimo game da série saiu ainda na década de 70, apenas para computadores, e em texto. No jogo de aventura era preciso seguir comandos para avançar, sem gráficos modernos e sem a presença visual de Spock ou de Kirk, mas com menções e participações.

Star Trek de 71 (Foto: Divulgação)

O jogador administra a USS Enterprise por meio destes comandos e precisa interagir com os personagens clássicos. Apesar de não ter gráficos ou de ter uma jogabilidade praticamente estranha para os tempos modernos, fez sucesso entre os fãs na época.

saiba mais

 

Fonte: Techtudo

 

Fanfilm Star Trek Axanar decola

Fanfilm Star Trek Axanar decola com ajuda dos fãs

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Richard HatchEnquanto o estúdio parece não estar animado para lançar uma nova série de Jornada na TV, produções independentes baseadas no universo da franquia estão seguindo de vento em popa. Destaque para o mais novo projeto chamado Star Trek Axanar, que recentemente estabeleceu um novo recorde em sua campanha de arrecadação de fundos para o início da produção. A série terá a participação do ator Richard Hatch (Apollo e Tom Zarek de Battlestar Galactica).

Com o cancelamento da série Enterprise em 2005, a Paramount resolveu dar um tempo nas produções de séries de Jornada para a televisão e, até o momento, não deu indicações se irá fazer isso no futuro próximo. Mas os fanfilms, aproveitando esse vácuo, continuam sendo uma boa opção para entretenimento dos fãs e continuam crescendo de forma inédita. Alguns tem merecido destaque na mídia.

starship farragutA equipe da Farragut Films, localizada na Geórgia, tem produzido sua webserie há quase uma década. A série Starship Farragut é baseada nas aventuras da nave classe Constitution USS Farragut, sob o comando do capitão Emilio Alvarez (John Broughton), durante o período da série original. Alguns convidados especiais já se uniram ao elenco como Chris Doohan, Chase Masterson, Tim Russ, Vic Mignogna. Esta semana eles lançaram seu quinto episódio “Conspiracy of Innocence” com a participação de Christine Jefferies, sobrinha do famoso designer de Matt Jefferies.

Os produtores da Farragut não querem parar por aí. Os planos para um novo spin-off definido na era do filme Star Trek II: A Ira de Khan estão em andamento. O novo spin-off chamado de Farragut Forward vai incluir alguns personagens da Starship Farragut. As filmagens do primeiro episódio estão em andamento e está previsto para começar em abril. Para isso novos sets estão sendo construídos na área de Washington.

ST continuesStar Trek Continues é outro projeto de fãs baseado no universo da série original. Três empresas se uniram para esse fim: Far From Home LLC, FarragutFilms e DracoGen. Os criadores procuram recriar o estilo da série original, nos sets, fotografia, figurino, continuando com as histórias da Enterprise após o fim da terceira temporada na TV. Chris Dooham, filho de James Dooham, é membro do elenco regular fazendo o papel de seu pai, o engenheiro Scott.

Lançada em maio de 2013, a série já produziu três episódios e tudo isso ao custo de um fundo baseado através de arrecadação pelo kickstarter (exceto o primeiro episódio que foi totalmente bancado por conta própria). A campanha continua e tem sido um sucesso, com os fãs apostando no projeto. Todo esse esforço foi premiado recentemente no The Geekie Awards 2014, como Melhor Webserie.

Mas a sensação do momento é o longa-metragem Star Trek Axanar, que mostrou um video de 20 minutos durante a San Diego Comic-Con em julho deste ano.

axanar uss aresO curta (na forma de documentário), intitulado Star Trek Prelude to Axanar, está disponível na internet e serve como amostra no Kickstarter para sua campanha de angariação de fundos lançada recentemente para a produção deste longa-metragem de 90 minutos. Enquanto que o curta levou dois dias e custou 75.000 dólares, o filme levará cerca de 20 dias de filmagens e custará cerca de 650.000 dólares.

Surpreendentemente, a campanha no Kickstarter já quintuplicou seu objetivo que era arrecadar 100.000 dólares iniciais. “Todos nós trabalhamos na indústria e todos nós queremos melhorar o nosso currículo. Estamos tentando criar algo que seja inovador, que as pessoas venham a ficar fascinadas por ele, quando estiver tudo feito”, disse o produtor Alec Peters que chegou a fazer Garth na webserie “Star Trek Phase II”.

Segundo ele, seu longa vai marcar uma nova era na onda de filmes feitos por fãs sobre a franquia. Com a participação pesada de atores da ficção científica e membros do passado de Jornada, sejam atores ou equipes de produção, Peters disse que seu projeto tem bastante experiência, história e gráficos para competir com os filmes convencionais de Hollywood feitos por milhões de dólares.

Peters ficou fascinado com Axanar cerca de 25 anos atrás, depois que ele assistiu a reprise do episódio da terceira temporada ” Whom Gods Destroy”.

Essa é a história que ele e seus colaboradores estão tetando contar de algum do seu material, como alguns fatos sobre a batalha e o livro de Garth que se tornou leitura obrigatória na Academia da Frota Estelar.

“Axanar” acontece 21 anos antes dos eventos da série original, quando Garth de Izar, o capitão da Frota Estelar e sua tripulação enfrentam a guerra de quatro anos contra o Império Klingon. A vitória de Garth em Axanar solidificou a Federação e permitiu tornar-se a organização que conhecemos na época de Kirk.

Dentre o elenco, Richard Hatch recebe destaque. Ele interpreta o general Klingon no filme e no curta ele aparece durante um teste de maquiagem.

Peters disse que se aproximou de Richard Hatch, por ter sido o primeiro professor de interpretação há 20 anos. Hatch concordou em ser Kharn, o comandante Klingon supremo, e outros atores rapidamente seguiram seu exemplo.

Também ligados ao projeto estão Michael Hogan (coronel Tigh, Galática), JG Hertzler (Martok), Gary Graham (S0val), Tony Todd (irmão de Worf) e Kate Vernon (Ellen Tigh, Galática). Peters vai reprisar o papel de Garth neste projeto.

Outros personagens conhecidos de Jornada também terão participação no filme como o capitão Robert April, Sarek, Richard Robau, Chang.

Star Trek Axanar tem previsão de lançamento para o início de 2015.

Nota: O site Kickstarter acaba de finalizar a campanha de arrecadação nesta segunda-feira, tendo obtido a quantia de 638.471 dólares, um recorde absoluto para um fanfilm. Este valor chega praticamente na meta estabelecida para produção do filme.

Alec Peters - Capitão Garth da USS Ares

Tony Todd  - Almirante Ramirez

JG Hertzler - capitão Samuel Travis

Fonte: TB

Agora, veja o Teaser [com legendas em português]:

Desafio do balde de gelo em Jornada

Atores de Jornada no desafio do balde de gelo

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spiner geloNas últimas semanas, vídeos com celebridades internacionais recebendo um banho de água com gelo sobre a cabeça virou febre nas redes sociais. No chamado “Desafio do Balde de Gelo”, eles desafiam três amigos a fazer o mesmo ou a doar recursos para entidades ligadas à esclerose lateral amiotrófica (ALS), uma doença degenerativa para a qual não existe cura. Alguns atores de Jornada entraram nessa campanha.  William Shatner, Goerge Takei, Brent Spiner, Gates McFadden deram o pontapé inicial. Quem serão os próximos?

O “Desafio do Balde de Gelo” vem acontecendo em torno da web para arrecadar dinheiro para ALS (também conhecida como doença de Lou Gehrig). A regra é simples: doar dinheiro para a Associação ALS e/ou filmar a si mesmo jogando um balde de água gelada na cabeça, e desafiando seus amigos a fazer o mesmo (a maioria das pessoas fazem as duas coisas).

O presidente da Amazon, Jeff Bezos, desafiou três celebridades de Jornada: William Shatner, Patrick Stewart, e George Takei. Isso abriu caminho para mais celebridades de Jornada fazerem o mesmo, como o Brent Spiner que foi desafiado pelo ator Ramom de Ocampo.

Desafiado por Jeff Bezos (que considera-os seus heróis de infância), Shatner e Takei aceitaram. Patrick Stewart ainda não se manifestou.

Cumprido o desafio, Shatner desafiou mais três: o ator Tom Bergeron, os cantores Wynonna Judd e Josh Groban. Já Takei passou o desafio para “alguns dos grandes nomes da ciência e da ficção científica”: o astronauta Buzz Aldrin, o astrofísico Neil deGrasse Tyson, e o ator Sir Ian McKellen (Magneto).

Brent Spiner (Data), desafiado por seu amigo Ramon de Ocampo, completou a tarefa no domingo e prontamente enviou o convite para Armin Shimerman (Quark) e sua esposa Kitty Swink, além de Gates McFadden (Dra. Crusher), acrescentando Spiner que “gostaria de ver seu cabelo molhado”.

Ostentando uma peruca loira e um sotaque francês, McFadden respondeu ao desafio de Spiner, dizendo “Meu nome é Gates McFadden e eu estou aqui para aceitar o desafio de meu ex-amigo Brent Spiner, porque ele queria ver o meu cabelo molhado”, disse brincando com seu cabelo falso.

McFadden, que admitiu que o próprio pai morreu de ALS, passou a desafiar Mark-Paul Gosselaar, seu amigo Larry Moss e o capitão Jean-Luc Picard, Sir Patrick Stewart (ela não sabia que ele já havia sido desafiado).

“Eu só quero ver como você se parece com seu cabelo molhado”, disse ela, brincando com Stewart.

Há poucos dias, o “Desafio do Balde de Gelo” passou a ser adotado por várias celebridades, num total de, até o momento, 27, inclusive brasileiros como Neymar, Ivete Sangalo e Gisele Bündchen. Outros que já participaram: J. J. Abrams, Bill Gates, Mark Zuckerberg (fundador do Facebook),  Ben Stiller, Conan O´Brien, Steven Spielberg, Lady Gaga, Selena Gomez, Justin Bieber. A família Kennedy tomou um banho gelado coletivo e sua matrona Ethel Kennedy de 86 anos desafiou o presidente Barak Obama a fazer o mesmo ou doar. Obama comunicou que vai doar dinheiro para a entidade.

Veja suas reações surpreendentes.

abrams gelo

takei gelo

mcfadden

gisele

Neymar

Fonte: TB

Compositor Michael Giacchino fala de Star Trek

Giacchino fala sobre trilha sonora de Star Trek

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StarTrekIntoDarkness_DeluxeO compositor Michael Giacchino está na Filadélfia esta semana para realizar a apresentação, através de orquestra sinfônica, da trilha sonora de Além da Escuridão com a exibição do filme. Ele também fala sobre o motivo que a música ficou “mais sombria” do que a do primeiro. Além disso a Varèse Sarabandeacaba de lançar uma edição de luxo com as trilhas sonoras dos dois longas de J. J. Abrams.

O compositor Michael Giacchino vem fazendo uma turnê pelo mundo para apresentação da trilha sonora dos filmes Star Trek e Além da Escuridão. Ele fez algumas performances na Europa com orquestras locais e agora percorre os EUA.

Neste mês irá juntar-se a Orquestra da Filadélfia para uma nova performance ao vivo e exibição do mais recente filme de J. J. Abrams. O evento ocorrerá nesta quinta-feira 31 de julho, no The Mann Center. Junto com a apresentação haverá também um concurso de fantasias para a melhor caracterização dos personagens de Jornada.

“Eu sempre senti que aqueles de nós que começam a gravar esses tipos de trilha sonora, esta música de filme … é uma experiência única e estranha de estar em um estúdio de gravação com a orquestra sentada ali, e há essa tela gigante atrás. Você é capaz de assistir o filme com a orquestra tocando ao vivo para a imagem que você está gravando”, disse o compositor ao site app.

Giacchino disse que cresceu assistindo a reprises da série original e comentou sobre o processo de música para os dois últimos filmes.

“Enquanto o primeiro filme, que introduziu aos espectadores Chris Pine como James Kirk e Zachary Quinto como Spock, estava alinhado com o otimismo da era espacial de estilo e a alegria da descoberta, o segundo tem um olhar mais severo e mais agressivo em questões atuais preocupantes”.

“O primeiro é mais uma história de viagem pessoal, e o segundo parece mais um comentário sobre o nosso estatuto sociopolítico do mundo de hoje “, disse Giacchino continuando. “Parece que a história está realmente falando de ataques aéreos e se está certo de ir para a guerra. É errado? É moral? É imoral? Todas estas coisas estão em todos os noticiários de hoje”.

“E assim, Além da Escuridão foi mais uma exploração desses tipos de temas, enquanto que o primeiro foi realmente sobre o vazio deste personagem, o que ele tem que fazer a fim de encontrar a si mesmo e entender quem ele é e se realmente irá se tornar uma pessoa melhor – e ao longo do caminho, fazer alguns dos melhores amigos que ele nunca teve”.

“Mas, ambos os filmes têm uma espinha dorsal muito diferente. Então, musicalmente, o segundo pareceu mais sombrio. Pareceu mais operístico, pareceu como se fosse algo que era sempre nebuloso – Eu não quero dizer sombrio, porque está no título, iria soar brega – mas é um filme que é marcado em confusão emocional,  e como seria a coisa certa a fazer”.

Seu mais recente trabalho foi do filme Planeta dos Macacos: O Confronto. Giacchino está confirmado para fazer a trilha sonora de Jurassic World Tomorrowland.

A trilha sonora de Além da Escuridão lançada no ano passado tinha 14 faixas, com cerca de 47 minutos de música no total. Hoje, a Varèse Sarabande lançou uma edição de luxo, que tem tem 51 faixas com cerca de 2 horas de música no total. A edição limitada a 6.000 cópias vem num conjunto de 2 CDs com 31 e 20 músicas cada.

deluxe

Fontes : TrekMovie – TB

X-Men homenageia Star Trek

Resenha do site – X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Por Flávio St Jayme | maio, 25 de 2014

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X-Men-Dias-de-um-Futuro-Esquecido1Não é exagero dizer que foi em 2000 que Bryan Singer cimentou as fundações de dois acontecimentos que iriam mudar a história do cinema moderno com o primeiro filme da saga dos X-Men. Ali, Singer lançava, não só as histórias dos mutantes na tela grande, mas também embasava o que seria a grande influência para todos os filmes de super-heróis que se seguiram e viraram um gênero próprio no cinema.

Ainda há quem diga que um filme de super-herói nunca será nada além disso. Puro preconceito. Se Singer não tinha conseguido provar isso às audiências mais incrédulas, Christopher Nolan conseguiu, com sua trilogia do Cavaleiro das Trevas alcançando patamares inimagináveis em qualidade cinematográfica. Um bom filme é feito de diversos fatores somados, e tanto Singer quanto Nolan conseguiram somá-los e ir além.

Um bom texto, bons atores, uma trama envolvente, cenas belamente fotografadas, tensão, uma pitada de comédia, uma outra de romance… em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido tudo isso trabalha em nome de uma unidade que resulta espetacular. Mutantes do passado e do futuro, uma trama que mexe na história mundial e brinca com acontecimentos históricos e viaja o mundo, a metáfora da perseguição ao diferente que está presente desde o primeiro filme. Tudo só vem somar em um filme que é o melhor filme de heróis desde O Cavaleiro das Trevas Ressurge. De lá pra cá, uma pá de filmes de gente superpoderosa foi lançada no cinema, mas os mutantes conseguem se sobressair sobre todos. Como?

No início das divulgações de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, a maior preocupação dos fãs era o amontoado de mutantes anunciados para o filme. O roteiro de Simon Kinberg amarra tudo (e todos) de forma tão singular e interessante que absolutamente nenhuma confusão com relação a isso resta em cena quando o filme começa. Cada personagem tem sua função bem explicada e bem clara. Cada mutante tem seu poder bem demonstrado e utilizado. E mesmo com muitos deles numa mesma cena, fica claro quem é quem, o que e porquê está fazendo cada coisa. Sim, mutantes tem pra todos os gostos: Wolverine, Tempestade, Kitty Pride, Bishop, Homem de Gelo, Blink, Apache, Mancha Solar (sim, o mutante brasileiro), Magneto e Professor Xavier em um campo, no futuro. Fera, Mística, Mercúrio, Wolverine, Xavier e Magneto (sim, eles de novo, em versão mais jovem), em outro, no passado.

Na trama, em 2023, Kitty envia a consciência de Wolverine de volta para seu corpo no passado. Mais precisamente em 1973, onde ele terá que impedir que Mística mate o industrial Bolivar Trask (Peter Dinklage, de Game of Thrones). Trask desenvolveu robôs capazes de identificar e matar mutantes, e isso levará a uma guerra que envolverá também humanos em uma devastação de nível global. O estopim desta guerra é este assassinato, e por isso Xavier manda Wolverine para encontrar sua versão do passado e a de Erick/Magneto, para que juntos convençam Mística a desistir do ato. Parece confuso, mas tudo é orquestrado de forma tão competente que raríssimas vezes passado e futuro se misturam em cena. E sempre sabemos exatamente em que época estamos, seja pelos personagens, pelo figurino ou pelas referências.

A história de Dias de um Futuro Esquecido vai se construindo tão bem que esperamos ansiosos pelas modificações do passado afetarem o futuro. Vemos Mercúrio protagonizar uma das mais belas cenas com o efeito bullet time talvez desde sua propagação em Matrix. Vemos Erick/Magneto em sua habitual megalomania. Vemos Mística afundar em sua sede de vingança. Ouvimos Roberta Flack, Jim Croce, Alice Cooper, Quincy Jones e vemos camisetas do Pink Floyd. Tudo é tão bem amarrado e vai sendo erguido com tanta perfeição que em determinado momento, Dias de um Futuro Esquecido deixa de ser um filme de super heróis. Referenciando os filmes anteriores (e se esquecendo de alguns fatos também), ele vira um thriller político onde a aprovação ou não de uma arma de destruição de massa está em jogo.

E é este o maior trunfo do filme de Singer. Ao não se ater ao gênero “filme de super-herói” e não criar apenas um filme onde explicações estapafúrdias intercalam cenas de ação descontrolada (como em Capitão América ou Homem Aranha); ao apresentar uma trama elaborada com personagens tão reais e críveis quanto qualquer um de nós em suas emoções e aspirações; ao desistir de destruir cidades em detrimento de cenas menores porém não menos impressionantes, o diretor cria um épico. Um filme que ultrapassa a maioria das definições de gênero. Como Christopher Nolan em O Cavaleiro das Trevas Ressurge (última parte de sua trilogia do Batman), Singer cria personas que, não fossem os poderes ou fantasias, seriam plausíveis de encontrarmos em qualquer esquina, com dramas pessoais tão fortes quanto em qualquer filme pequeno e independente por aí.

Dias de um Futuro Esquecido não exagera. Não é multicolorido, não é elétrico. É um filme que segue seu ritmo, que consegue distribuir seu tempo de forma quase igualitária entre seus vários protagonistas. É um filme com cenas de extrema beleza plástica, de diálogos fortes e tensos, de gente real que demonstra o medo de ser diferente da mesma forma que qualquer um de nós pode sentir. É um filme que, como nenhum outro de super-heróis, nos aproxima de seus personagens de forma incontestável, afinal quem de nós nunca se sentiu diferente ou vítima de preconceito? E nisso todos os filmes dos X-Men miram e acertam em cheio. Se O Confronto Final de 2006 é a maior representação deste preconceito metaforizado, é com Dias de um Futuro Esquecido que ele é levado ao extremo e, como em um holocausto que exterminará mutantes e não mutantes, testemunhamos estarrecidos como uma guerra pode começar e terminar por causa apenas do “medo ao diferente”.

Curiosidades:

– O mutante brasileiro Mancha Solar aparece logo no início do filme na primeira luta com os sentinelas. Roberto da Costa nasceu no Rio de Janeiro e tem o poder de absorver a energia solar e transformá-la em arma. No filme, é interpretado pelo mexicano Adan Canto.

mancha solar

– Alguns erros e faltas de explicações foram notados pelos fãs, como o fato de Xavier estar “de volta à vida” ou das garras de Wolverine estarem intactas após terem sido destruídas em Wolverine Imortal. No entanto, existe uma lacuna temporal, onde novos filmes poderão ser encaixados para explicar estas ausências. Como o próprio X-Men: Apocalipse, já anunciado para 2016 e que se passará na década de 80. Outra explicação são que tudo se passou em linhas temporais alternativas, as tais “pedras no rio” que Hank cita em determinado momento.

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– Pra muita gente os filmes ignoraram Wolverine Imortal, porém na cena em que o mutante acorda em 1973 podemos ver referências ao Japão (onde se passa o filme) como espadas samurais e um desenho do Monte Fuji.

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– Se o desenhista Stan Lee ficou de fora de sua usual ponta nesta produção, desta vez quem dá as caras é o próprio diretor Brian Singer, que aparece em uma cena filmando Mística com uma câmera Super 8. Além dele, também é possível ver Len Wein (criador de vários mutantes icônicos, incluindo Wolverine) e Chris Claremont (o escritor da história original de Dias de um Futuro Esquecido adaptada para o filme).

Len Wein

– O fato de que Mercúrio é filho de Magneto é enfatizado em uma piadinha rápida do mutante mais novo, ao dizer para Magneto que “Sua mãe costumava sair com um cara com os mesmos poderes que ele”.

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– Em uma das cenas, personagens aparecem assistindo na TV a um episódio de Star Trek. O episódio sendo exibido, The Naked Time, fala justamente de viagem no tempo.

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– Na cena pós créditos vemos o mutante Apocalipse sendo reverenciado pela população e erguendo uma pirâmide com o poder da mente. Podemos situar esta cena há 3000 anos atrás. E é ela quem dita o tom da sequência que está por vir: Apocalipse tem praticamente todos os poderes dos outros mutantes, além do fato de ser imortal. É um mutante que luta para controlar o mundo e seus inimigos são que apareça em seu caminho. Ele também controla os quatro cavaleiros do Apocalipse, que aparecem ao fundo nesta cena: Peste, Fome, Guerra e Morte.

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Fonte: pausadramatica

Stewart e Pine em Robot Chicken

Stewart e Pine dão suas vozes em Frango Robô

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star-trek-tng-robot-chickenAo longo dos anos, a série Jornada nas Estrelas, como um ícone cultural, resultou em muitas paródias com referência ao seu universo, seja de produções amadoras ou dos próprios estúdios. Robot Chicken (Frango Robô) é uma série paródia do Cartoon Network Adult Swim que apresenta animação stop-motion de figuras de ação em vez de desenhados ou personagens de animação CGI. Os atores Patrick Stewart e Chris Pine participaram do elenco de vozes do esquete.

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Frango Robô, já em sua sexta temporada, é uma sátira das personalidades, filmes e programas de TV, em situações tipicamente americanas.

Na semana passada, nos EUA, a série fez um esquete que parodiou A Nova Geração.

Patrick Stewart como o capitão Picard, e Chris Pine como o “capitão Jake”, participaram da brincadeira dando vozes aos personagens, onde Jake assume o turno da noite na Enterprise.

O capitão da equipe da noite tem sua própria versão sobre a introdução clássica da série:

“Espaço, a Fronteira Final. Estas são as viagens de onze da noite a sete da manhã da tripulação da Enterprise. Tendo de continuar a missão de festejar”.

Mas será que tudo vai virar festa com a chegada dos Borgs? Veja esse divertido clipe.

 

Fonte: TB

II Steampunk Brasil 2014

Steampunk Dr Who, Star Trek & Star Wars

Steampunk com temas de Doctor Who, Star Trek e Star Wars. Uma Convenção sobre a cultura de ficção científica baseada no Século 19.

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Fonte: David M. Merchant (pinterest.com)

Contribuição via Facebook de Adriana Cabral e Alm. Luiz Roberto Videira Tonelli (FFESP)

Roberto Orci fala sobre Star Trek 3

Star Trek 3 | Roberto Orci fala sobre seus planos para o filme

“A aventura deles será no espaço profundo”, disse o diretor

Por Aline Diniz | 26 de Junho de 2014
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Roberto Orci

diretor de Star Trek 3Roberto Orci, falou pela primeira vezsobre o rumo que a história tomará sob seu comando.

Em entrevista a Geoff Boucher em seu podcats, Humans From Earth [via Badass Digest], Orci explicou que “os dois primeiros filmes, especialmente o de 2009, foram uma história de origem. Era sobre o primeiro contato entre eles. Eles ainda não eram os personagens da série.

Ele continua, dizendo que Além da Escuridão é o filme que finalmente “os leva onde a série original começa“, eles sairão na missão de cinco anos. “A aventura deles será no espaço profundo“, completa.

Orci escreveu Star Trek e Além da Escuridão ao lado de Alex Kurtzman. Os parceiros de longa data ainda têm projetos na TV, mas seguirão caminhos diferentes no cinema, com Kurtzman assumindo o roteiro e a direção de Venom na Sony.

Embora não tenha marcado uma data de estreia ainda, a ideia da Paramount seria lançar o novo longa em 2016, quando a franquia celebra 50 anos – a primeira série de TV foi ao ar na NBC em 8 de setembro de 1966. Zachary Quinto disse recentemente que o novo filme deve ser rodado em 2014 – leia mais.

Fonte: Omelete

Jornada pela Netflix negado

Negado rumor sobre série de Jornada pela Netflix

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Netflix ST 2Já passou quase uma década desde que a última série de Jornada foi ao ar pela televisão. Muito tem sido comentado sobre as chances ou não da franquia retornar ao seu verdadeiro habitat. Agora, um novo rumor surgiu através do site Geek, de que a Netflix estaria em negociações com a CBS para produção de uma nova série que iria ao ar no serviço de streaming. Mas esse rumor foi negado pelo produtor Larry Nemecek, suposto autor da notícia.

De acordo com o site Geek, um blogueiro entrevistou Nemecek (autor de The Starfleet Reference Library: Stellar Cartography e editor da revista  Star Trek: Communicator)  que disse, durante o Phoenix Comicon, que o Netflix se aproximou da CBS sobre hospedagem de uma nova série de Jornada, e em seguida, seguiu-se com uma proposta para criar e produzir uma série completamente caseira. Se este negócio se concretizasse seria exclusiva da Netflix no estilo de House of Cards ou Orange is the New Black.

Segundo o rumor, foi oferecido a CBS um acordo de royalties que iria pagá-la por cada episódio da nova série.

A história causou um grande impacto no fandom, uma vez que a Netflix apresenta bom desempenho em streaming das séries. Mas Nemecek, em seu blog, refuta essa notícia.

Há uma história por um escritor sem nome, sim, uma história sem uma assinatura, que cita um painel no Phoenix Comicon, sábado, dizendo que a Netflix e CBS estão “em negociações” para fazer uma nova série de Jornada.

Isso não é verdade.

Eu sei que os fãs de Jornada estão com fome de novo material e esperando alguém “pegá-lo” e fazê-lo. Por isso tudo, desde os romances, aos fanfiction, ao Star Trek Online e outros jogos, aos filmes de fãs, aos cosplayers, tudo ainda continua forte: As pessoas estão desesperadas por uma nova Jornada – incluindo os novos fãs acionados por J.J. ou os remasterizados Blurays e, sim, também a massa Netlfix disponível.  Os fãs desesperados se apegam a cada migalha que está lá fora – como bons fãs fariam. Ou até mesmo como fizeram, organizando uma campanha no Facebook para que a Netflix produzisse uma quinta temporada de Enterprise.  

… Este escritor sem assinatura conhecido apenas como “Inteligência da Frota Estelar” foi demasiado apressado em lançar frases de efeito neste post, fazendo a situação explodir, embora resulte em boa manchete. Eu gostaria que ele ou ela tivesse conversado comigo depois de algum contexto real para o pouquinho do que eu mencionei.

… é do interesse da Netflix se lançar sobre novas séries, incluindo as de franquias conhecidas. Eu entendo que Jornada é uma delas, especialmente com as 737 horas de “reprises” que ainda alcançam audiência na Netflix. Pelo que entendi, houve insinuação. Mas nenhuma iniciativa. Até agora.

É isso aí, pessoal. Eu aprecio o pedestal, mas este blogueiro excitável faz parecer como se os orçamentos e os roteiros de escritores para uma série já estejam pairando nos escritórios da CBS. Talvez eles até estejam, mas não que eu saiba. Nós todos sabemos que muitas pessoas em público e privado têm lançado conceitos e formatos de séries e em um “canal” que tenha sentido financeiro e de distribuição. E, sabemos que uma boa maneira de ajudar a ter Jornada de volta seria manter esses índices de audiência na Netflix, como um barômetro, revelando que toda e qualquer série de Jornada está sendo assistida. Mas a inércia e as perguntas não respondidas de quem, o quê, quando, onde, e quanto, até agora, venceram. Infelizmente.

Mas vamos continuar na esperança.

Fonte: TB

SpaceX – a espaçonave do século 21

Uma espaçonave do século 21

POR SALVADOR NOGUEIRA  |  30/05/14

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Elon Musk, o Tony Stark da vida real, apresentou nesta madrugada ao vivo pela internet a cápsula tripulada desenvolvida por sua companhia, a SpaceX, para o programa espacial americano. Uau.

A Dragon V2 é o centro das atenções: uma cápsula que aterrissa com trem de pouso.

A Dragon V2, que deve começar a levar astronautas à Estação Espacial Internacional em 2017, é uma versão melhorada da espaçonave que já está fazendo transporte de carga para a Nasa. Mas põe melhorada nisso. Se você achava que cápsulas eram um conceito ultrapassado para veículos espaciais, é bom rever seus conceitos.

O exemplo mais concreto disso é que, apesar de não ter asas ou hélices, ela tem a precisão de pouso de um helicóptero. Nada de cair “em algum lugar” do mar, como faziam as antigas cápsulas americanas, ou no meio do deserto, como acontece até hoje com as naves russas Soyuz. A Dragon V2 faz uma descida com propulsão, para controlar com precisão a descida. E ela aterrissa sobre um trem de pouso!

“Assim é que uma espaçonave do século 21 deve pousar”, afirmou Musk para uma plateia entusiasmada, direto das instalações da SpaceX na Califórnia.

A vantagem de um pouso controlado é minimizar os danos ao veículo. A ideia é que as Dragons sejam completamente reutilizáveis, com o objetivo de reduzir o custo do acesso ao espaço. (Algo que os ônibus espaciais americanos prometeram e não cumpriram, diga-se de passagem.)

POR DENTRO

Musk também mostrou o interior da cápsula. É um contraste enorme com qualquer outra espaçonave do tipo. Capaz de transportar até sete astronautas, a Dragon V2 tem um painel retrátil e os assentos dispostos em duas fileiras, uma sobre a outra. O resto é espaço livre.

Você não gostaria de voar ao espaço num negócio desses?

Pode parecer um desperdício, ou mesmo um veículo depauperado, mas na verdade o que os astronautas mais vão precisar em órbita é de espaço para esticar as pernas. O desconforto das cápsulas Soyuz é legendário, e isso para não falar das antigas Mercury e Gemini americanas. (A Apollo, usada nas missões lunares, era um pouquinho melhor, mas o único veículo a oferecer conforto similar ao da Dragon V2 a seus ocupantes, até hoje, foi o finado ônibus espacial.)

CRIATIVIDADE

O que me encanta no novo projeto da SpaceX é a capacidade de combinar alta tecnologia e, sobretudo, criatividade a velhos conceitos da exploração espacial. Exemplo: um requerimento de segurança para naves espaciais que voam sobre foguetes é uma torre de escape. O que é isso? É um foguetinho que vai em cima de tudo, conectado à cápsula. Ele está ali para o caso de uma emergência. Se o foguetão maior lá embaixo resolve explodir, ele dispara e arranca a espaçonave para longe, salvando a tripulação.

A Soyuz tem um desse. É descartável. Quando a nave deixa a atmosfera, ele é ejetado e jogado fora. O que Musk e seus comandados fizeram? Criaram um sistema de propulsão interno da cápsula que servisse tanto para o pouso controlado como para ser o mecanismo de escape em caso de emergência. Se o foguetão dá problema, ele ejeta a cápsula para longe. Se não dá, o negócio continua lá e permite que, no retorno à Terra, a Dragon V2 desça de forma controlada.

Uma das vantagens mais notáveis de um sistema de propulsão capaz de pouso é que ele não se presta só a descidas controladas na Terra. A rigor, ele poderia ser usado, por exemplo, para missões a Marte. (Aliás, existe uma proposta circulando por aí de adaptar uma Dragon V2 para promover uma missão não-tripulada de retorno de amostras do planeta vermelho — o que seria um passo incrivelmente importante para futuras viagens com astronautas.)

Em resumo, Musk parece ter uma visão coerente de exploração espacial, e o investimento da Nasa em alternativas comerciais está rendendo frutos. Com a recente rusga entre americanos e russos por conta da crise na Ucrânia, a grana deve fluir mais fácil para que empresas como a SpaceX ofereçam o mais rápido possível acesso tripulado ao espaço para os ianques.

Fonte: Folha de S. Paulo

Contribuição de Misael Salustiano pelo Facebook.

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Second Life agora com Oculus Rift

Second Life agora pode ser jogado com Oculus Rift

Por Redação Olhar Digital | maio, 26 de 2014

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A Linden Lab anunciou uma novidade interessante para quem mantém um avatar no Second Life: agora é possível mergulhar no mundo virtual usando um Oculus Rift.

O uso dos óculos de realidade aumentada no jogo vem sendo testado há algumas semanas, e a empresa chegou a um patamar em que o movimento da cabeça do internauta combina com a visão de seu avatar.

Há ainda um tipo de visualização especial que, quando configurado, avisa que o personagem começará a caminhar na direção em que o jogador estiver olhando.

A novidade já está disponível para download como Project Viewer, podendo ser usado em Windows, Mac e Linux. Basta acessar aqui.

 

Fonte:  Olhardigital.uol.com.br

Postado antes no Facebook por Jeff Alf  (grupo USS Venture NCC 71854)

Comic Con Experience 2014

COMEÇOU A CONTAGEM REGRESSIVA PARA O EVENTO DEFINITIVO DE CULTURA POP DO BRASIL

Por comicconxp.com.br | site

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O Brasil receberá a Comic Con Experience, o primeiro evento por aqui nos moldes das comic-cons realizadas em diversas partes do mundo, que reúnem fãs e profissionais de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabília e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop.

 

Shatner indica “Cidade à Beira da Eternidade” para Star Trek 3

Star Trek 3: Shatner indica Guardião da Eternidade

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Guardian of ForeverDepois que foi confirmada a direção de Roberto Orci para o terceiro filme de Jornada, muitos debates a respeito da próxima história e sua relação com o 50º aniversário da franquia tem acirrado os ânimos dos fãs. Na área de discussões do site Reddit.com, o ator William Shatner opiniou em relação a algumas críticas sobre a escolha do novo diretor e o que gostaria de ver neste longa.

“A verdade é que Orci não foi testado, mas Jornada é tão difícil de fazer? Ele é um escritor com uma tonelada de pontos de trama potenciais, tem provavelmente um bom orçamento e uma boa equipe de produção. O que mais poderia ser pedido por um diretor? Eu, pessoalmente, espero que ele use o Guardião da Eternidade – que parece ser o veículo perfeito para corrigir os “erros” e colocar tudo de volta no caminho certo, mas isso é apenas a minha opinião”, disse o ator. Quando alguém sugeriu que um capitão do universo original pudesse aparecer, Shatner deu outra dica: “Picard seria espetacular”.

Fonte: TB

George Takei: tecnologia e o futuro de Star Trek

Takei fala sobre tecnologia e o futuro de Jornada

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takeiGeorge Takei tornou-se uma estrela da internet, aos 77 anos de idade, o ator de Hikaru Sulu da série original ganhou um Webby Award por sua série no YouTube, “Takei’s Take”, possui mais de 7 milhões de “curtidas” no Facebook e tem mais de um milhão de seguidores no Twitter. Em entrevista ao WashingtonPost.com Takei falou sobre tecnologia e o futuro de Jornada.

“Takei’s Take” é uma série em que o apresentador George Takei explora o mundo da tecnologia, tendências, eventos atuais e cultura pop.

Para as pessoas que não estão muito familiarizadas com a sua série você poderia explicar brevemente o que é e no que você está focado agora?

Takei: Bem, nesta temporada, que estréia em 05 de junho, estamos totalmente diferentes do que estávamos fazendo na primeira temporada. Vamos agora no local. Em todo o mundo, literalmente. Os primeiros episódios filmamos em Austin. Na verdade, nós filmamos no próprio local onde Alexander Graham Bell fez sua primeira ligação telefônica. Fomos para outros lugares onde as idéias estão muito mais desenvolvidas para serem comercializadas no mercado. Robôs – as pessoas imediatamente pensam que seus empregos serão perdidos para as máquinas, mas, na verdade, há mais empregos que vão ser criados por esses robôs, construindo os robôs.

A fabricação, o desenvolvimento, a inovação, a pesquisa que vai para ele e tudo mais.Portanto, há uma visita muito interessante e emocionante para Boston ou Cambridge, e em duas semanas vamos filmar no Japão, onde um monte de inovações tecnológicas estão acontecendo. Estamos indo no local agora, na segunda temporada.

Assim, de todas as coisas que você já viu tecnologicamente, qual é a ideia mais emocionante que você topou até agora?

Takei: Bem, em Boston, vimos essa empresa que está produzindo robôs. E isso é fascinante. É um tipo antropomórfico.

Eu estive na NASA há algum tempo, onde eles estão desenvolvendo robôs para substituir astronautas. Porque astronautas, infelizmente, são um custo muito ineficaz. Eles dormem. Eles comem. Eles se livram do que comem. (Risos) E todas as instalações têm de ser fornecidas a eles. Mas eles têm o tempo de inatividade, de modo que eles estão desenvolvendo robôs que são mais fortes do que os humanos.

Como foi a resposta entre os veteranos para a sua série?

Takei: Eles adoram! São fãs de Jornada para começar. E Jornada foi a tecnologia, indo corajosamente e explorando novas civilizações e novas formas de vida alienígenas. E é isso que envolve a geração de mais de 50 anos. E estamos realmente lidando com isso em realidade.

Na década de 60, quando Jornada estreou, muita tecnologia, então, era ficção científica.

E agora é fato científico.

Takei: Nós fomos além! Tivemos este dispositivo surpreendente em nossos quadris. Andamos por toda a nave com ele, e nós conversamos por ele – sem cabos! Hoje nós fomos além disso. Aqui ele (aponta para o meu iPhone, que está gravando nossa conversa) registra, você pode ver filmes nele, você pode ler texto nele, você pode fazer todo tipo de coisas que deixaram de fazer nossos comunicadores. Assim, em quase 50 anos, nós fomos além do que descrito como o século 23.

Qual é a próxima tecnologia de Jornada que prevê que se tornará realidade?

Takei: O que eu sinceramente rezo é para o transportador. Onde você acaba de brilhar e desaparecer. Poucos segundos depois brilha no destino e aparece. Sem verificação de segurança, não houve cancelamento de voos, sem voos atrasados.

 Você acha que Jornada poderia voltar como uma série de TV? O que lhe parece? Como você quer que ela se pareça?

Takei: Bem, o público está, obviamente, lá fora, o que é demonstrado pelos dois filmes reboot. Ambos foram de um enorme sucesso, e é por isso que vai ter um terceiro. Não é apenas o 50º aniversário, mas a Paramount tem interesses pecuniários. Eles pretendem ter um lucro em cima disso. Então, eu acho que há um público para um retorno para a televisão.

No universo reboot, ou no universo Prime?

Takei: Eu acho que no universo Prime. Francamente, isso é um coisa que me sinto muito confortável. E eu acho que é mais envolvente, porque, você sabe, aquele reboot é essencialmente ação e aventura e uma ópera espacial fantástica. Mas o que Jornada fez foi usar a ficção científica como metáfora para comentar questões polêmicas da época. Certamente os tempos da década de 60, mas há questões polêmicas hoje.

Quais são algumas das questões que você espera serem tratadas em uma nova série?

Takei: A sangrenta revolta na Ucrânia. Mudança climática global catastrófica. Homofobia assassina na África – eles podem executar gays que são assumidos, ou suspeitos de serem gays. Portanto, há estas questões que são, literalmente, sobre a vida e a morte hoje, e a ficção científica é um meio maravilhoso para deixar as pessoas mobilizadas. E Jornada fez isso com uma divertida e estimulante reflexão.

Você gostaria de vê-la como uma série focada em uma nave espacial, ou uma abordagem mais estacionária como Deep Space Nine?

Takei: Eu prefiro a nave. É chamada de “Jornada nas Estrelas “.

Fonte:  TB