Planetas e estrelas: um ponto de vista no universo (editado)

O gigantismo é relativo: planetas e estrelas

Por Pablo Aaron dos Santos | 29/03/2011

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    “Tudo é relativo”, apressam-se em enunciar os físicos de final de semana, cometendo um erro grave. Não, nem tudo é relativo. Nem mesmo para Einstein. O idealizador da Teoria da Relatividade referia-se ao tempo e espaço, estes sim dependentes do referencial.

    As pessoas possuem, intuitivamente, noções de largura, altura, profundidade, peso (do grande e do pequeno, do leve e do pesado). Essas noções são, geralmente, baseadas nas experiências que temos com o mundo que nos cerca. Que tal partirmos então para o pouco familiar?  O quanto um planeta é grande? E uma estrela? O sol é uma estrela grande?

    É difícil termos compreensão dessas medidas, afinal, o único planeta que nos é familiar é esse ao qual pisamos. Todos os outros planetas e estrelas estão muito distantes e nao passam de pequenos pontos na escuridão do nosso zênite. O que nos parece pequeno inicialmente pode ser muito grande sob um outro ponto de vista. O gigantismo é relativo.

    Observe nas gravuras abaixo a comparação entre os planetas do sistema solar, e deles com o sol e diferentes tipos de estrelas encontradas em nossa galáxia e outras.

 

Os planetas do sistema solar.

 

O planeta Júpiter, a estrela Wolf 359 (Estrela localizada a aproximadamente 7,8 anos-luz, o que a torna uma das estrelas mais próximas. Localizada na constelação de Leão. É uma anã vermelha extremamente fraca, invisível a olho nu.) e a estrela Sirius ( Estrela mais brilhante do céu, localizada na constelação de Canis Major.)

 

Sirius, Pollux (Estrela gigante laranja que está a cerca de 34 anos-luz da Terra. Pollux é a estrela mais brilhante da constelação de Gêmeos.), Arcturus (Estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. Ela é a quarta estrela mais brilhante no céu noturno.) e Aldebaran (Estrela mais brilhante da constelação Taurus.)

 

Aldebaran, Rigel (Estrela mais brilhante da constelação de Orion.), Betelgeuse (Estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª mais brilhante. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion, apesar de ser maior que Rigel.), Antares (Estrela gigante vermelha na constelação de Scorpius.), S Doradus (Estrela mais brilhante da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea.), KY Cygni (Estrela hipergigante vermelha localizada na constelação de Cygnus.) e VV Cephei (Estrela gigante vermelha localizada na constelação de Cefeu.)

    Aproveite para aprofundar um pouco mais no vídeo abaixo.

Fonte: Cursoathenas.webnode.com.br

 

E mais:

O final deste vídeo mostra o que ira acontecer com o nosso Sol daqui ha um bilhão de anos, segundo a serie Cosmos. Depois disto, apos ter consumido Mercúrio e Vênus, quem sabe a Terra, a mais ou menos 5 bilhões de anos, ira encolher e se tornar uma anã branca,  fria, brilhante, e ficara assim por mais 100 bilhões de anos. (Comando USS Orbiter A)

Ainda acha que você é grande?

Localização delas:

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