Planetas e estrelas: um ponto de vista no universo

O gigantismo é relativo: planetas e estrelas

Por Pablo Aaron dos Santos | 29/03/2011

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    “Tudo é relativo”, apressam-se em enunciar os físicos de final de semana, cometendo um erro grave. Não, nem tudo é relativo. Nem mesmo para Einstein. O idealizador da Teoria da Relatividade referia-se ao tempo e espaço, estes sim dependentes do referencial.

    As pessoas possuem, intuitivamente, noções de largura, altura, profundidade, peso (do grande e do pequeno, do leve e do pesado). Essas noções são, geralmente, baseadas nas experiências que temos com o mundo que nos cerca. Que tal partirmos então para o pouco familiar?  O quanto um planeta é grande? E uma estrela? O sol é uma estrela grande?

    É difícil termos compreensão dessas medidas, afinal, o único planeta que nos é familiar é esse ao qual pisamos. Todos os outros planetas e estrelas estão muito distantes e nao passam de pequenos pontos na escuridão do nosso zênite. O que nos parece pequeno inicialmente pode ser muito grande sob um outro ponto de vista. O gigantismo é relativo.

    Observe nas gravuras abaixo a comparação entre os planetas do sistema solar, e deles com o sol e diferentes tipos de estrelas encontradas em nossa galáxia e outras.

 

Os planetas do sistema solar.

 

O planeta Júpiter, a estrela Wolf 359 (Estrela localizada a aproximadamente 7,8 anos-luz, o que a torna uma das estrelas mais próximas. Localizada na constelação de Leão. É uma anã vermelha extremamente fraca, invisível a olho nu.) e a estrela Sirius ( Estrela mais brilhante do céu, localizada na constelação de Canis Major.)

 

Sirius, Pollux (Estrela gigante laranja que está a cerca de 34 anos-luz da Terra. Pollux é a estrela mais brilhante da constelação de Gêmeos.), Arcturus (Estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. Ela é a quarta estrela mais brilhante no céu noturno.) e Aldebaran (Estrela mais brilhante da constelação Taurus.)

 

Aldebaran, Rigel (Estrela mais brilhante da constelação de Orion.), Betelgeuse (Estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª mais brilhante. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion, apesar de ser maior que Rigel.), Antares (Estrela gigante vermelha na constelação de Scorpius.), S Doradus (Estrela mais brilhante da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea.), KY Cygni (Estrela hipergigante vermelha localizada na constelação de Cygnus.) e VV Cephei (Estrela gigante vermelha localizada na constelação de Cefeu.)

    Aproveite para aprofundar um pouco mais no vídeo abaixo.

Fonte: Cursoathenas.webnode.com.br

 

E mais:

O final deste vídeo mostra o que ira acontecer com o nosso Sol daqui ha um bilhão de anos, segundo a serie Cosmos. Depois disto, apos ter consumido Mercúrio e Vênus, quem sabe a Terra, a mais ou menos 5 bilhões de anos, ira encolher e se tornar uma anã branca,  fria, brilhante, e ficara assim por mais 100 bilhões de anos. (Comando USS Orbiter A)

Script de Star Trek 3 está concluído

Orci confirma que primeiro script está concluído

por Ralph Pinheiro | agosto 12, 2014
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star-trek3

O próximo filme de Star Trek deu o seu primeiro passo. Há um mês atrás, foi relatado que Roberto Orci e os co-roteiristas Patrick McKay e JD Payne estavam no meio da criação do roteiro. Agora, Orci deu uma informação exclusiva ao site TrekMovie e confirma que o primeiro rascunho do script está concluído.

Como é seu costume, Roberto Orci as vezes conversa com os internautas na seção de comentários do site Trek Movie.

No seu mais recente comentário sobre o progresso do projeto Star Trek, escreveu.

boborci:
p & m  & eu: “terminado” ontem o primeiro esboço. As coisas estão se movendo.

Orci está se referindo a [JD] Payne e [Patrick] McKay, co-autores do script da primeira versão do roteiro de Star Trek.

Em novo comentário Orci disse no TrekMovie:

Primeiro esboço está feito

A finalização do primeiro rascunho é o primeiro passo para a fase de “desenvolvimento” do filme. Orci afirmou que ele espera começar a rodar o filme na próxima primavera (início de 2015), com pré-produção a partir de alguns meses antes (fim deste ano). Se a Paramount gostar do jeito que as coisas estão indo, os próximos passos (enquanto rascunhos adicionais estão sendo desenvolvidos) serão: finalizar a negociação da direção com Orci, estabelecer um orçamento para o filme e definir uma data de lançamento.

Embora um alto executivo da Paramount tenha falado que o próximo Star Trek seria em 2016, o estúdio precisa definir oficialmente uma data para este filme e os outros de sua linha de produção.

O Trek Brasilis estará atento para fornecer a você atualizações desta produção. Fique ligado.

Fonte: TB

 

Orci e Kurtzman numa `entrevista`

Orci e Kurtzman produzirão filme vampiresco

 por Ralph Pinheiro | agosto 8, 2014
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Entrevista com o Vampiro

A saga do vampiro Lestat de Lioncourt poderá voltar às telonas. De acordo com os sites  The Wrap e Deadline, a Universal adquiriu os direitos da série “Crônicas Vampirescas” de Anne Rice. O acordo prevê o direito de levar aos cinemas todos os livros da autora, inclusive o já adaptado Entrevista com o Vampiro (interpretado por Tom Cruise e Brad Pitt em 1994). A produção ficará ao encargo da dupla Roberto Orci e Alex Kurtzman ao lado de Brain Grazer da produtora Imagine Entertainment. A Universal também acertou com Kurtzman para dirigir a revitalização de The Mummy.

Fonte: TrekMovie – TB

 

A Dobra espacial na Relatividade geral (artigo)

A velocidade de dobra: viagem hiper-rápida dentro da relatividade geral

(The warp drive: hyper-fast travel within general relativity)

De Miguel Alcubierre*
Department of Physics and Astronomy, University of Wales, College of Cardiff, P.O. Box 913, Cardiff CF1 3YB, UK.

PACS numbers : 0420, 0490.

Resumo

Mostra-se como, no âmbito da relatividade geral e sem a introdução de buracos de minhoca, é possível modificar um espaço-tempo de uma forma que permite que uma nave espacial a viajar com uma velocidade arbitrariamente grande. Por uma expansão puramente local do espaço-tempo por trás da nave espacial e uma contração oposta em frente a ela, o movimento mais rápido do que a velocidade da luz, como visto por observadores de fora da região do distúrbio é possível. A distorção resultante é uma reminiscência da “warp drive” da ficção cientifica. Entretanto, assim como acontece com os buracos de minhoca, será necessária uma matéria exótica, a fim de gerar uma distorção do espaço-tempo como o que discutiremos aqui.

[Published in: Class. Quantum Grav. 11-5, L73-L77 (1994)]

* Present address: Max Plank Institut fur Gravitationsphysik, Albert Einstein Institut, Schlaatzweg 1, D-14473 Potsdam, Germany.

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Quando estudamos a relatividade especial, aprendemos que nada pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. Este fato ainda é verdade na relatividade geral, embora, neste caso, é preciso ser um pouco mais preciso: na relatividade geral, nada pode viajar mais rápido do que localmente a velocidade da luz.

Desde a nossa experiência cotidiana, que é baseada em um espaço euclidiano, é natural acreditar que, se nada pode viajar mais rápido do que a luz localmente, então, dado dois lugares que são separadas por uma distância espacial D adequado, é impossível fazer uma ida e volta entre eles em um tempo inferior a 2D/c (em que c é a velocidade da luz), como medido por um observador que permanece sempre no local de saída. É claro que, a partir de nosso conhecimento da especial relatividade, sabemos que o tempo medido pela pessoa que fez a viagem de volta pode ser arbitrariamente pequeno se dele (ou dela) a velocidade se aproxima à da luz. No entanto, o fato de que, no âmbito da relatividade geral e sem a necessidade de introduzir topologias não triviais (wormholes – buracos de minhoca), pode-se realmente fazer uma viagem tão redonda em um curto espaço de tempo arbitrariamente, medida por um observador que permaneceu em repouso, provavelmente, virá como uma surpresa para muitas pessoas.

Aqui eu gostaria de discutir um exemplo simples que mostra como isso pode ser feito. A ideia básica pode ser mais facilmente compreendido se pensarmos por um momento na fase inflacionária do início do Universo, e considerar a velocidade relativa de separação de dois observadores concomitantes. É fácil de convencer-se que, se define esta velocidade relativa como a taxa de variação da distância espacial adequada ao longo do tempo apropriado, vamos obter um valor que é muito maior do que a velocidade da luz. Isso não quer dizer que os nossos observadores estarão viajando mais rápido do que a luz: eles sempre se movem dentro de seus cones de luz locais. A enorme velocidade de separação vem da expansão do próprio espaço-tempo. Esta velocidade superluminal é muitas vezes uma fonte de confusão. É também um bom exemplo de como uma intuição baseada na relatividade especial podem enganar quando se trata de espaços-tempos dinâmicos [¹This superluminal speed is very often a source of confusion. It is also a very good example of how an intuition based on special relativity can be deceiving when one deals with dynamical spacetimes.]

O exemplo anterior mostra como se pode usar uma expansão do espaço-tempo para afastar-se de algum objeto a uma velocidade arbitrariamente grande. Da mesma forma, pode-se usar uma contração do espaço-tempo para aproximar-se de um objeto a qualquer velocidade. Esta é a base do modelo para a viagem espacial super rápida que desejo apresentar aqui: criar uma distorção do espaço-tempo local, que irá produzir uma expansão por trás da nave espacial e uma contração oposta à sua frente. Desta forma, a nave será empurrado para longe da Terra e puxada na direção a uma estrela distante pelo próprio espaço-tempo. Pode-se então inverter o processo de voltar à Terra, tendo arbitrariamente um pequeno tempo para completar a viagem de volta.

Agora vou introduzir uma métrica simples que tem precisamente as características acima mencionadas. Eu vou fazer isso usando a linguagem do formalismo 3+1 da relatividade geral, [¹,²] porque vai permitir uma interpretação clara dos resultados. Neste formalismo, o espaço-tempo é descrito por uma folheação de hipersuperfıcies do tipo espacial da coordenada de tempo na constante t. A geometria do espaço-tempo é dado em termos das seguintes quantidades: a trimetria ϒij das hipersuperfıcies, o lapso da função α que dá o intervalo que propõe o tempo entre o mais próximo com que são medidas pelos observadores ‘Eurelianos’ (aqueles cujas quatro velocidade é normal para os hipersuperfıcies), e o vector de deslocamento βi que relaciona os sistemas de coordenadas espaciais em diferentes hipersuperfıcies. Usando essas quantidades, a métrica do espaço-tempo pode ser escrita como: [² In the following greek indices will take the values (0,1,2,3) and latin indices the values (1,2,3).]

Figura1

Note-se que enquanto a métrica ϒij é positiva e definida para todos os valores de t (como deveria, a fim de que ele seja uma métrica espacial), o espaço-tempo é garantido para ser globalmente hiperbólico. Qualquer espaço-tempo que pode ser descrito na linguagem formal do 3+1 portanto, não terá curvas causais fechadas.

Deixe-nos agora pressupor que os nossos movimentos na nave espacial ao longo do eixo x em um sistema de coordenadas cartesianas. Queremos encontrar uma métrica que irá “empurrar” a nave espacial ao longo de uma trajetória descrita por uma função arbitrária de tempo xs (t). A metrica que nos dá esta propriedade é dada por (G=c=1):

Figura2

Onde:

Figura3

E onde  f  é a função

FIG4

Com R > 0  e  σ > 0  parâmetros arbitrários. Note que para um longo σ a função f (r) aproxima-se muito rapidamente de uma função “cartola”

FIG5

Com as definições acima, a métrica (1) pode ser reescrita como:

FIG6

É fácil de compreender a geometria do espaço-tempo a partir das expressões anteriores. Em primeiro lugar, a partir da equação (5) podemos ver que a tri-geometria das hipersuperfıcies é sempre plana. Além disso, o fato do lapso ser dado por α = 1 implica que as curvas temporais normais para estes hipersuperfıcies são campos gravitacionais, i.é, os observadores Eulerianos estão em queda livre. O espaço-tempo, no entanto, não está, devido à presença de uma mudança não uniforme. No entanto, uma vez que o vetor de mudança desaparece para  rs >> R vemos que em qualquer momento t do espaço-tempo estará essencialmente em toda parte, exceto dentro de uma região com um raio de ordem R centralizado no ponto (xs(t), 0, 0) .

Desde que a tri-geometria dos hipersuperfıcies seja plana, as informações sobre a curvatura do espaço-tempo será contida no tensor da curvatura extrínseca Kij . Esse tensor descreve como as hipersuperfıcies tridimensionais estão embutidas no espaço-tempo de quatro dimensões e é definido como:

FIG7Onde Di  indica a diferenciação covariante em relação a tri-metria ϒij . Da forma de  α e ϒij , não é difícil de ver que esta expressão reduz para

FIG8

A expressão θ de volume dos elementos associados com os observadores Eurelianos é dada em termos de Kij como

FIG9

Desta expressão não é diferente para mostrar que:

FIG 10

A Figura (1) mostra o gráfico de θ  como uma função de x e ρ = (y2 + z2 )¹⁄ , no caso particular quando σ = 8 e R = vs = 1. O centro da perturbação corresponde à posição da espaçonave xs (t). Vemos claramente como os elementos de volume estão se expandindo por trás da nave espacial, e contraindo na frente dela.

Para provar que a trajetória da nave espacial é de fato uma curva tipo tempo, independentemente do valor de vs (t) nós substituímos x = xs (t) na metrica [8]. Em seguida, é fácil ver que para a trajetória da nave espacial teremos:

FIG 11

Isto implica não apenas que a nave se move em uma curva tipo tempo, mas também que seu tempo é igual a coordenada tempo. Uma vez que a coordenada tempo também é igual ao tempo apropriado de observadores distantes da região plana, podemos concluir que a nave sofre nenhuma dilatação de tempo, uma vez que se move. Também é fácil de provar que a nave se move sobre um campo gravitacional. Isto significa que mesmo que a aceleração das coordenadas podem ser uma função de tempo arbitrária, a aceleração devido ao longo do caminho espacial será sempre zero. Além disso, não é difícil de convencer-se que, quando o parâmetro é grande, as forças da maré nas imediações da nave são muito pequenos (desde que R esteja maior que o tamanho da nave). Claro, na região onde r ≅  R a força das marés podem ser de fato muito grandes.

Para ver como se pode usar essa métrica para fazer uma viagem a volta a uma estrela distante em um pequeno tempo arbitrado, vamos considerar a seguinte situação: Duas estrelas A e B estão separadas por uma distância D no plano espaço-tempo. No momento t0, uma nave espacial começa a se afastar de A em uma velocidade v < 1 usando seus motores de foguete. A nave espacial depois pára a uma distância d longe de A. Vou assumir que d é tal que:

R << d << D                                                                 (14)

 É neste ponto que uma perturbação do espaço-tempo do tipo descrito, centrada na posição da nave, primeiro aparece. Esta perturbação é tal que a nave é empurrada para longe de A com uma aceleração de coordenadas que muda rapidamente de 0 a um valor constante α. Uma vez que a espaçonave está inicialmente em repouso ( vs = 0 ), a perturbação irá desenvolver sem problemas no espaço-tempo em (ver equação [8]).

Quando a nave está a meio caminho entre A e B, a perturbação é modificada de tal maneira que a aceleração das coordenadas muda rapidamente de a para -a. Se a aceleração das coordenadas na segunda parte da viagem é organizada de tal forma a ser o oposto do que a que tivemos na primeira parte, em seguida, a nave irá eventualmente encontrar-se em repouso a uma distância d longe de B, a qual a perturbação do espaço-tempo desaparecerá (porque novamente vs = 0). A jornada é agora completada por mover-se novamente através do plano do espaço-tempo a velocidade v  [3 The two constant-velocity legs at the beginning and end of the journey are not crucial for the argument that I wish to present here. I only introduce them in order to guarantee that the two stars will remain unaffected by the disturbance of spacetime ( R << d ), and can therefore be used as unperturbed “clocks” with which to compare the proper time on board the spaceship].

Se cada uma das mudanças em aceleração é muito rápida, o total da coordenada T de tempo decorrido na viagem só de ida será essencialmente dada por:

FIG 12

Uma vez que ambas as estrelas permanecem no espaço, o tempo adequado é igual a coordenada tempo. O momento adequado medido na nave espacial, por outro lado, são os seguintes:

FIG 13

Com  ϒ = ( 1 – v2 ) . Vemos, então, que a dilatação do tempo só vem desde as fases iniciais e finais da viagem, quando a nave se move através de um espaço-tempo. Agora, se a condição se mantém [14], teremos:

FIG 14

Está claro que T pode ser feito tão pequeno quanto quisermos, aumentando o valor de α. Uma vez que a viagem de ida e volta só levará o dobro do tempo, descobrimos que podemos estar de volta a estrela A após um pequeno momento arbitrado adequado, tanto do ponto de vista da nave espacial e do ponto de vista da estrela. A nave será, então, capaz de viajar mais rápido do que a velocidade da luz. No entanto, como vimos, ela permanecerá sempre em uma trajetória tal qual o tempo, isto é, dentro do seu cone de luz local: a própria luz também está sendo empurrada pela distorção do espaço-tempo. Um mecanismo de propulsão baseado em uma distorção do espaço-tempo, implora para ser dado-lhe o nome familiar da “warp drive” da ficção científica.

A métrica que acabo de descrever tem uma desvantagem importante, porém: ela viola as três condições energéticas (fracas, dominante e forte [3]). Ambos os fracas e as condições de energia dominantes exigem a densidade de energia positiva para todos os observadores. Se se calcula o tensor de Einstein da métrica [8], e utiliza o fato de que a velocidade de quatro dos observadores Euler é dada por:

FIG 15

então pode-se mostrar que esses observadores verão uma densidade de energia dada por:

FIG 16

O fato de que esta expressão está em toda parte negativa implica que as condições de energia fracas e dominantes são violadas. De uma maneira semelhante pode-se mostrar que a condição energética forte também é violada.

Vemos, então, que, assim como acontece com os buracos de minhoca, também acontece com a matéria exótica para viajar mais rápida que a velocidade da luz. No entanto, mesmo que a pessoa acredite que a matéria exótica seja proibida classicamente, é bem sabido que a teoria quântica de campo permite a existência de regiões com densidades de energia negativas em algumas circunstâncias especiais (como, por exemplo, no efeito Casimir [4]). A necessidade de material exótico, por conseguinte, não necessariamente eliminam a possibilidade de utilização de uma distorção do espaço-tempo, como a descrita acima para as viagens hiper-rápidas interestelares. Como um comentário final, vou apenas mencionar o fato de que mesmo que o espaço-tempo descrito pela métrica [8] seja globalmente hiperbólica, e, portanto, não contém curvas causais fechadas, isso provavelmente não dificulta muito a construção de um espaço-tempo que contém tais curvas usando uma ideia similar ao apresentado aqui.

O autor gostaria de agradecer a Bernard F. Schutz e Gareth S. Jones por muitos comentários úteis.

References

[1] C.W. Misner, K.S. Thorne and J.A. Wheeler, Gravitation, W.H. Freeman, 1973.

[2] J.W. York, \Kinematics and Dynamics of General Relativity” in: Sources of Gravitational Radiation, ed. L.L. Smarr, pp. 83-126, Cambridge University Press, 1979.

[3] S.W. Hawking and G.F.R. Ellis, The Large Scale Structure of Spacetime, Cambridge University Press, 1973.

[4] B.S. DeWitt, in General Relativity: An Einstein Centenary Survey, edited by S.W. Hawking and W. Israel, Cambridge University Press, Cambridge, 1979.

 

Tradução:  Capitão da USS Orbiter A

Fonte:  http://iopscience.iop.org/0264-9381/11/5/001

Mofo nunca mais

Como acabar com mofo

por  | 30/10/2013 | Como fazer, Cultura e arte

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Imagina só a cena: você tem um porão em casa e num belo dia, depois de meses, resolve dar uma passada lá. O que poderia ser pior que encontrar as paredes totalmente tomadas por camadas de mofo, daqueles bem nojentos e esverdeados?

Cenário de filme de terror.

Provavelmente, você preferiria encontrar uma alma penada. Melhor pensar duas vezes, pois, apesar de requerer um pouco de esforço, se livrar do mofo é mais fácil que dos espíritos inoportunos.

Deixando esse papo do além pra lá, separei algumas dicas que podem ajudar na hora de se livrar do mofo que está acabando com sua paz.

Para começar a conversa, é importante conhecer melhor seu inimigo, o mofo. Ele é um tipo de fungo que cresce em áreas mal ventiladas e úmidas, como os banheiros, porões e até nas saídas de ar de uma casa. Pode ser bastante prejudicial à saúde, dependendo da quantidade de mofo e de quão grande é a área que cobre. Por isso, é muito importante detectar e se livrar do mofo para manter você e sua família saudável, uma vez que pode desencadear reações alérgicas e prejudicar seus pulmões se for inalado diretamente.

Enquanto alguns tipos de mofo vão exigir um tratamento especial para serem removidos da sua casa, alguns problemas menores podem ser tratados com produtos e métodos domésticos. Vamos a eles!

1. Encontrando o mofo

Este pode ser um trabalho fácil, mas é bom ficar bastante atento, pois algumas vezes pode ser complicado identificar onde o mofo cresce, principalmente porque ele tende a crescer em áreas escondidas. Então, antes que você possa remover todo o mofo da sua casa, você vai ter que encontrá-lo.

Inspecione cada cômodo da sua casa, como o banheiro e o porão, se você tiver um. É importante dar atenção a esses tipos de ambientes, pois o mofo costuma prosperar em áreas úmidas e com pouco acesso à luz natural, o que coloca no topo da lista as lavanderias e banheiros. Procure em sua casa quais são os ambientes mal ventilados e que tendem a ficar úmidos ou ainda, que têm altos níveis de umidade.

Verifique com atenção as paredes para ver se encontra mofo e preste atenção em como o ar cheira. O cheiro de umidade intensa pode indicar que você tem um problema de mofo. Também é imprescindível que você verifique os espaços onde tiver encanamento em sua casa, como embaixo da pia, em torno do vaso sanitário e na área do chuveiro. Se estes equipamentos estão vazando, podem estar contribuindo para tornar seu banheiro um terreno fértil para o mofo.

mofo 1

Se sua casa é forrada com carpete, tente levantar uma pequena parte dele e veja se há indícios do crescimento de mofo sob o tapete.

Outra parte que você deve examinar são as janelas. Elas costumam acumular umidade e, por isso, podem ser um excelente lugar para o mofo se proliferar. Olhe cuidadosamente ao longo das bordas da moldura da janela e em todo o parapeito.

Preste muita atenção às áreas de sua casa que parecem estar se deteriorando. Você pode encontrar pintura descascando em suas paredes, peitoris e guarnição, ou áreas apodrecendo em seu revestimento, janelas ou teto. Estes são os sinais possíveis de que você tem um problema de mofo.

Depois que você localizar o mofo em sua casa, deve eliminá-lo o mais rápido possível para acabar de vez com o risco dele se espalhar e causar problemas de saúde. Finalmente, vamos às dicas de como removê-lo.

Como remover mofo de tecido

A notícia boa é que você consegue remover o mofo da maior parte dos tecidos. A ruim é que muitas técnicas podem arruinar ou remover a cor da peça, pois pode ser necessário usar alvejante. Por isso, só vale a pena o trabalho de fazer o procedimento abaixo em tecidos de algodão branco.

Você vai precisar de:

  • bicarbonato de sódio;
  • alvejante;
  • um frasco de spray vazio;
  • uma tigela;
  • uma escova de dentes velha;
  • uma escova macia e luvas de proteção.

Como fazer: 

1. Comece com o método mais fácil: Misture uma parte de alvejante para uma parte de água já dentro do frasco spray. Agite e pulverize sobre o mofo. Deixe agir por um tempo e depois enxágue. Se isso não funcionar, será preciso usar armas mais pesadas.

2. A mistura mais pesada é a de uma parte de alvejante para três partes de bicarbonato de sódio até formar uma pasta dentro da tigela. Coloque as luvas de proteção e use uma escova de dentes para aplicar a mistura sobre o mofo. Esfregue levemente, deixe que aja por cerca de 30 minutos e ,em seguida, enxague. Se isso não funcionar, prepare-se para usar uma artilharia ainda mais potente.

3. Misture partes iguais de água sanitária e bicarbonato de sódio em uma tigela. Vista as luvas e use uma escova macia para aplicar a pasta. Ponha um pouco de força ao esfregar a mancha. Deixe a pasta agir por cerca de 30 minutos e depois enxágue. Se ela ainda estiver lá, chame os navios de guerra.

4. Misture 3 partes de alvejante para uma parte de bicarbonato de sódio. Vista as luvas e aplique com a escova. Deixar solidificar e enxágue.

Removendo mofo do banheiro

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O mofo é um incômodo frequente em chuveiros e outras partes do banheiro. Para removê-lo do seu banheiro:

Você vai precisar de:

  • Escova de nylon;
  • água;
  • balde de plástico;
  • e bastante bicarbonato de sódio.

Como fazer:

1. Aplique água quente no rejunte – ou  a parte que tenha sido afetada – e esfregue vigorosamente com uma escova de nylon com cerdas duras procurando remover o máximo de bolor superficial possível.

2. Encha um balde de plástico com um litro de água quente e incorpore cerca de 3/4 de xícara de bicarbonato de sódio.

3. Polvilhe bicarbonato de sódio diretamente sobre o mofo.

4. Molhe a escova de nylon na mistura de água e bicarbonato e esfregue vigorosamente para remover o mofo. Alterne os movimentos, variando na direção da esfregada e variando com círculos, para ajudar a remover o mofo. Permita que o bicarbonato de sódio fique sobre o mofo de duas a três horas antes de continuar.

5. Por fim, lave bem o bicarbonato de sódio da superfície com água quente. Utilize mais bicarbonato de sódio e esfregue novamente, se necessário.

Como tirar mofo de madeira

O mofo cresce facilmente em madeira úmida. Isso pode incluir rodapés de madeira atrás de móveis, janelas e armários.

Se suas peças de madeira foram dominadas pelo mofo e você tem sede de vingança, vai precisar de:

  • fosfato trissódico ou bicarbonato de sódio;
  • água;
  • escova de nylon;
  • água sanitária;
  • esponja;
  • ácido oxálico;
  • secador de cabelo (opcional).

Como fazer:

1. Aumente a temperatura e a circulação de ar em torno da superfície da madeira. Madeira úmida é um terreno fértil para o mofo. Secar a madeira vai tornar o mofo mais fácil de ser removido e impedirá o crescimento futuro de bolor. Você pode usar um secado de cabelo para aquecer a madeira.

2. Misture de 8 a 10 colheres de sopa de fosfato trissódico (ou bicarbonato de sódio) em um balde com 1 litro de água. Molhe a escova na solução e esfregue o mofo da madeira. Para superfícies de madeira macia ou delicadas, use uma esponja para esfregar.

3. Lave a solução que ficou sobre a madeira com água fria e ponha a peça em uma zona aquecida e ventilada. Permita que a madeira seque completamente. É recomendado que você pinte a madeira com uma tinta resistente a mofo para evitar o crescimento futuro de bolor. Siga as instruções da tinta que se correlacionam com o tipo de madeira.

4. Remova o mofo que cresceu sob a pintura usando um removedor de tinta. Faça uma solução de 8 colheres de sopa de fosfato trissódico, 1 xícara de água sanitária e 1 litro de água em um balde e esfregue bem com uma esponja ou escova.

5. Elimine manchas de mofo extremamente difíceis com ácido oxálico. Misture três colheres de sopa de ácido com um litro de água em um balde limpo. Esfregue bastante a mancha e lave bem com água fria. Deixe secar em uma sala bem aquecida e ventilada antes de aplicar uma pintura ou revestimento.

Como remover mofo de paredes

mofo 3

As preferidinhas do mofo, é preciso ter alguns truques na manga para quando ele surgir. Lembre-se de quando você for remover mofo da parede é importante cobrir o rosto com um pano ou máscara.

Você vai precisar de: água sanitária, frasco pulverizador, cloro em gel, esponja, balde e água.

Como fazer:

1. Proteja o piso na área que você está prestes a limpar, usando uma lona de plástico grosso no chão.

2. Use água sanitária com um pulverizador sobre a área da parede afetada e espere cerca de 10 minutos.

3. Usando um balde de água limpa, lave a parede para remover a mancha e toda a água sanitária. A maior parte da mancha deve sair neste ponto.

4. Use uma esponja para aplicar cloro em gel em todos os pontos de mofo restantes e deixe descansar de 15 a 20 minutos. Em seguida, lave a parede totalmente.

5. Você vai precisar pintar a parede em seguida. Não deixe de usar um produto selador que impeça que o mofo volte.

Tirando de livros e papéis

O mofo faz a festa quando encontra papel, pois se prolifera muito bem com a matéria orgânica encontrada em livros e papéis.

Você vai precisar de: Água, sabão neutro, pano limpo, escova, toalha de papel, cloro e amido de milho.

Como Fazer:

1. Coloque os livros em um ambiente de umidade controlada.

2. Seque os livros se eles estiverem úmidos devido à formação de mofo. Remova com cuidado o mofo solto com uma escova ou um pedaço de pano limpo que foi embebido em água e sabão neutro. Seque a área afetada com uma toalha de papel e deixe repousar até ficar completamente seca.

3. Mergulhe um pedaço de pano numa solução de cloro e água. Aplique na área com manchas de mofo. Em seguida, use um pano para secar na área tratada.

4. Você também pode tentar polvilhar amido de milho entre as páginas do livro e ligar o ar condicionado ou ventilador. Deixe secar e depois raspe todo o resíduo do livro.

Não deixe o mofo voltar

Depois que você viveu essa verdadeira batalha contra o mofo, claro que não vai querer passar por tudo isso de novo. Mas só é possível garantir isso se você impedir que ele volte. Portanto, é preciso diminuir a umidade nos ambientes que foram afetados por ele.

Se seu banheiro tem problemas frequentes com o crescimento de fungos, e você não tem um respiradouro, considere a instalação de um para quando estiver usando o chuveiro ou banheira e para ventilar adequadamente o cômodo. Também deixe a porta aberta ou semi-aberta. Isto ajudará a prevenir seu crescimento.

Para um quarto ou outro ambiente que parece estar constantemente úmido, use um desumidificador, eles costumam ser bastante eficazes nesses casos.

Se você já removeu o mofo, mas suas roupas estão com aquele cheiro de bolor, veja essas dicas para eliminar o cheiro.

Lembre-se:

  • Se você não conseguir encontrar o mofo na sua casa com precisão, entre em contato com um profissional, ele irá chegar a sua casa com ferramentas projetadas especialmente para localizar o mofo em áreas que você não pode ver;
  • Nunca – nunca mesmo – toque no mofo sem usar luvas e proteção sobre a boca e o nariz. Se esporos de mofo forem liberados no ar e você os respirar, pode ficar muito doente;
  • Sempre se certifique de que há ventilação adequada na sala onde você está trabalhando;
  • Nunca misture cloro líquido com amônia ou produtos que contenham ácidos, tais como limpadores de banheiro, removedores de ferrugem ou vinagre, pois isso pode gerar gases perigosos;
  • Não tente simplesmente pintar sobre o mofo. Ele fará com que a tinta descasque, e irá continuar a crescer e se espalhar.
  • Tenha cuidado quando se tratam de livros velhos e antigos com soluções químicas.
  • O ácido oxálico e fosfato trissódico podem ser comprados em lojas de limpeza. O bicarbonato de sódio pode ser usado em lugar de fosfato trissódico.
  • Lave bem as mãos após o manuseio de produtos químicos.

Agora, digam, acharam as informações úteis?  Têm mais alguma técnica para remoção de mofo? O que já deu certo para vocês?

Poema Eurístenes

Autora do Como Fazer. Apesar de possuir doutorado em ciência da rua, ainda é universitária e estuda Ciências Sociais. Pernambucana de berço, carioca por vocação, pretende transformar o mundo, nem que seja só o seu. Sua metamorfose ambulante é representada nos cabelos e nos textos que posta em seu devaneio particular.

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Fonte: Papodehomem

Star Trek 3: Zoe Saldaña não quer ver Spock sem Uhura

Zoe não quer fim do romance Spock/Uhura

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spock-uhura-star-trekZoe Saldaña está fazendo uma turnê de divulgação do seu novo filme Guardiões da Galáxia, que abre neste fim de semana. Durante uma coletiva de imprensa, a atriz respondeu ao IGN sobre seus pensamentos quanto a relação entre Spock e Uhura no próximo filme.

Gostaria de ver Uhura romper com Spock e ser apenas parte da equipe de novo?

Saldana: “Eu não sei. Eles têm uma ligação especial. Seria bom ver Uhura fazer mais coisas, mas eu sinto que J.J. [Abrams] e sua equipe de roteiristas fizeram um ótimo trabalho nesta sequência e eu tenho certeza que para o terceiro filme veremos Uhura ser mais prática também. Seria doloroso saber que eles iriam romper”.

zoe barrigaQuando soube de sua gravidez, Zoe Saldaña correu para posar para a capa da britânica Women’s Health (Saúde da Mulher). Na edição da revista, Zoe falou um pouco de sua insatisfação com o corpo: “Meu corpo está menos tonificado. Eu me olho no espelho e vejo coisas que não gostaria de ver. Minha primeira reação é respirar fundo e pensar: Eu sou uma mulher com 36 anos, meu corpo está mudando”.

Nos eventos de divulgação de Guardiões da Galáxia ela já exibe os primeiros sinais da gravidez: uma barriguinha bem saliente.

As filmagens de Star Trek 3 estão previstas para início de 2015 e lançamento para 2016.

 

Fontes: TrekMovie – TrekBrasilis (TB)

Compositor Michael Giacchino fala de Star Trek

Giacchino fala sobre trilha sonora de Star Trek

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StarTrekIntoDarkness_DeluxeO compositor Michael Giacchino está na Filadélfia esta semana para realizar a apresentação, através de orquestra sinfônica, da trilha sonora de Além da Escuridão com a exibição do filme. Ele também fala sobre o motivo que a música ficou “mais sombria” do que a do primeiro. Além disso a Varèse Sarabandeacaba de lançar uma edição de luxo com as trilhas sonoras dos dois longas de J. J. Abrams.

O compositor Michael Giacchino vem fazendo uma turnê pelo mundo para apresentação da trilha sonora dos filmes Star Trek e Além da Escuridão. Ele fez algumas performances na Europa com orquestras locais e agora percorre os EUA.

Neste mês irá juntar-se a Orquestra da Filadélfia para uma nova performance ao vivo e exibição do mais recente filme de J. J. Abrams. O evento ocorrerá nesta quinta-feira 31 de julho, no The Mann Center. Junto com a apresentação haverá também um concurso de fantasias para a melhor caracterização dos personagens de Jornada.

“Eu sempre senti que aqueles de nós que começam a gravar esses tipos de trilha sonora, esta música de filme … é uma experiência única e estranha de estar em um estúdio de gravação com a orquestra sentada ali, e há essa tela gigante atrás. Você é capaz de assistir o filme com a orquestra tocando ao vivo para a imagem que você está gravando”, disse o compositor ao site app.

Giacchino disse que cresceu assistindo a reprises da série original e comentou sobre o processo de música para os dois últimos filmes.

“Enquanto o primeiro filme, que introduziu aos espectadores Chris Pine como James Kirk e Zachary Quinto como Spock, estava alinhado com o otimismo da era espacial de estilo e a alegria da descoberta, o segundo tem um olhar mais severo e mais agressivo em questões atuais preocupantes”.

“O primeiro é mais uma história de viagem pessoal, e o segundo parece mais um comentário sobre o nosso estatuto sociopolítico do mundo de hoje “, disse Giacchino continuando. “Parece que a história está realmente falando de ataques aéreos e se está certo de ir para a guerra. É errado? É moral? É imoral? Todas estas coisas estão em todos os noticiários de hoje”.

“E assim, Além da Escuridão foi mais uma exploração desses tipos de temas, enquanto que o primeiro foi realmente sobre o vazio deste personagem, o que ele tem que fazer a fim de encontrar a si mesmo e entender quem ele é e se realmente irá se tornar uma pessoa melhor – e ao longo do caminho, fazer alguns dos melhores amigos que ele nunca teve”.

“Mas, ambos os filmes têm uma espinha dorsal muito diferente. Então, musicalmente, o segundo pareceu mais sombrio. Pareceu mais operístico, pareceu como se fosse algo que era sempre nebuloso – Eu não quero dizer sombrio, porque está no título, iria soar brega – mas é um filme que é marcado em confusão emocional,  e como seria a coisa certa a fazer”.

Seu mais recente trabalho foi do filme Planeta dos Macacos: O Confronto. Giacchino está confirmado para fazer a trilha sonora de Jurassic World Tomorrowland.

A trilha sonora de Além da Escuridão lançada no ano passado tinha 14 faixas, com cerca de 47 minutos de música no total. Hoje, a Varèse Sarabande lançou uma edição de luxo, que tem tem 51 faixas com cerca de 2 horas de música no total. A edição limitada a 6.000 cópias vem num conjunto de 2 CDs com 31 e 20 músicas cada.

deluxe

Fontes : TrekMovie – TB

Jornada nas Estrelas e Planeta dos Macacos

Crossover entre Jornada e Planeta dos Macacos

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Star-Trek-Planet-of-the-ApesA IDW Publishing e a BOOM! Studios estão unindo forças para apresentar um crossover em quadrinhos de duas franquias: Jornada nas Estrelas e Planeta dos Macacos. O anúncio foi feito durante a San Diego Comic-Con, que está sendo realizada neste fim de semana.  De acordo com o anúncio, a IDW vai publicar uma série multi-edição que irá trazer a tripulação da série original com o filme original da saga dos símios.  “Planeta dos Macacos e Jornada são propriedades inovadoras da ficção científica e ambos lidam com muitos dos mesmos problemas e temas sociais”, disse Greg Goldstein presidente da IDW.  “Um cruzamento entre os dois é algo natural e esperado”. A história ficará a cargo dos irmãos  Scott e David Tipton e a arte com  Rachael Stott. David Tipton chegou a brincar revelando uma pequena sinopse: “Com os Klingons apoiando secretamente um gorila general renegado em um golpe para o controle de Ape City, o capitão Kirk encontra-se em uma desconfortável posição de ter de ajudar os orangotangos do Dr. Zaius”, disse David. “Taylor não vai ficar feliz com isso!”. Star Trek to the Planet of the Apes  tem lançamento previsto para janeiro de 2015 nos Estados Unidos.

Fontes: Trek Movie – TB

Una exercícios aeróbicos, alimentação balanceada e esses exercícios e conquiste uma barriga sequinha

Barriga lisinha: treinos de 15 minutos diários ajudam a ter o abdômen perfeito

Una exercícios aeróbicos, alimentação balanceada e esses exercícios e conquiste uma barriga sequinha

Naiara Taborda  |  23 de Fevereiro de 2014
Barriga lisinha: treinos de 15 minutos diários ajudam a ter o abdômen perfeito

NinaMalyna/ Stock Photo

Você desistiu de buscar a barriga lisinha por achar que falta tempo? Pois a boa notícia é que não é preciso gastar horas na academia para conquistar o abdômen dos sonhos: aliando alimentação balanceada e com poucas calorias, caminhadas ou corridas e 15 minutinhos diários de exercícios focados você pode chegar lá.

+ A nutróloga Liliane Oppermann indica um cardápio especial para quem quer perder peso

Antes de começar a se exercitar, é importante saber como funciona a região. “O abdômen é composto por três músculos, que se diferem em camadas sobrepostas e sentidos de fibras musculares opostos, tendo sua origem nas costelas e sua inserção na parte anterior do quadril”, explica Guilherme Lacerda, especialista em fisiologia do exercício pela Unifesp.

Pensando nisso, o profissional diz que os exercícios escolhidos devem trabalhar todas essas fibras de maneira eficaz, utilizando os movimentos articulares onde elas são acionadas. A seguir, ele lista as atividades, e monta um treino completo para você fazer em casa.

Reto do abdômen: “é a camada mais externa, acionada na flexão de coluna e flexão do quadril”.

Oblíquo do abdômen: “camada intermediária, acionada na flexão lateral da coluna, rotação da coluna e flexão lateral do quadril”.

Transverso: “camada mais profunda, pouco acionada em exercícios convencionais, utilizado em alguns funcionais de ativação do Core”.


Fotos: RyanKing999

Agende seu treino

Para ter sucesso nos exercícios, é preciso compartimentar a área de atuação, de acordo com as dicas do professor:

Segunda-feira: flexão de coluna.
Terça-feira: flexão lateral de coluna.
Quarta-feira: flexão de quadril.
Quinta-feira: rotação de coluna.
Sexta-feira: pranchas insométricas.

Você deverá fazer de três a quatro séries de cada um, com 15 a 20 repetições por vez. Entre cada série faça uma pausa de 30 a 45 segundos.

Reto abdominal

Reto abdominal: deite com a barriga para cima, coloque as mãos atrás da cabeça e mantenha as pernas flexionadas, abertas na largura dos quadris. Eleve o tronco, tirando os ombros do chão, e volte.

Reto abdominal com os pés apoiados: mantenha a mesma posição do abdominal tradicional, mas ao invés de colocar os pés no chão, eleve-os em um banquinho, sem estender muito os joelhos.

Reto abdominal com braços estendidos: na mesma posição do abdominal tradicional, estique os braços para trás da cabeça e flexione o tronco como um abdominal comum.

Flexão de coluna

Flexão lateral de coluna: em pé, afaste um pouco os pés. Coloque uma das mãos atrás da cabeça e deixe a outra próxima ao corpo. Incline o tronco para o lado que está com o braço elevado.

Flexão lateral da coluna deitada de lado: deite de lado com as pernas flexionadas, como se estivesse sentada. Coloque uma das mãos no chão, estendida na sua frente, e outra atrás da cabeça. Suba o tronco para a lateral e volte.

Flexão lateral da coluna deitada com as costas para o chão: deite de barriga para cima e deixe as pernas flexionadas como se fosse fazer um abdominal. Estenda os braços ao lado do corpo e, sem tirar as costas do chão, flexione o tronco cada vez para um lado, levando a mão em direção ao pé.

Flexão lateral da coluna deitada com as costas para o chão alternado: deite na mesma posição anterior, mas cruze a perna direita por cima da esquerda. Apoie a mão esquerda atrás da cabeça e deite o outro braço na lateral do corpo. Eleve o tronco e leve o cotovelo esquerdo na direção do joelho direito. Terminada a série, repita invertendo a posição.


Foto: AmmentorpDK/ Stock Photo

Flexão de quadril

Flexão de quadril no solo com joelhos flexionados: deite com as costas no chão e eleve as pernas flexionadas, como se estivesse sentada em uma cadeira. Suba e desça as pernas.

Flexão do quadril no solo com joelhos estendidos: deite com as costas no chão e eleve um pouco as pernas, que devem estar estendidas. Mantenha os braços retos ao lado do corpo e eleve e desça as pernas.

Flexão do quadril no solo com joelhos flexionados alternado: deite com as costas no chão e eleve as pernas flexionadas, como se estivesse sentada em uma cadeira. Suba e desça uma perna, enquanto a outra permanece elevada.

Flexão do quadril no solo com joelhos estendidos alternado: deite com as costas no chão e eleve um pouco as pernas, que devem estar estendidas. Mantenha os braços retos ao lado do corpo e eleve e desça uma das pernas, enquanto a outra permanece elevada.

Rotação da coluna

Rotação da coluna em pé: afaste os pés e mantenha a coluna reta, flexione os braços com as mãos na frente do peito. Gire a coluna para o lado, sem forçar demais, e volte para o centro.

Rotação da coluna deitada: deite no chão e abra os braços na altura dos ombros, encostando-os no chão. Eleve as pernas flexionadas, como se estivesse sentada em uma cadeira, e com os joelhos unidos leve-as à direita até encostar no chão. Faça as repetições e repita do outro lado.

Pranchas isométricas

Elevação do quadril: de barriga para baixo, com a ponta dos pés apoiados no chão, eleve o corpo estendendo os braços, fazendo uma linha reta da cabeça aos pés. Depois, mantenha os braços esticados elevando o corpo, mas jogue os quadris para cima (o corpo deve ficar em formato de “v” invertido), abaixe e repita.

Posição do gato: coloque mãos e joelhos no chão, ficando de quatro, com as costas retas. Eleve o braço esquerdo até a altura dos ombros ao mesmo tempo que estica a perna direita na mesma altura. Repita com os lados opostos.

Prancha lateral: de lado, apoie o antebraço direito no chão e eleve o corpo, mantendo o pé esquerdo sobre o direito e a mão na cintura, segure a posição por alguns segundos. Repita do outro lado.

Abdome sarado

“Todos nós temos os músculos da região abdominal prontos para se destacar independente do treinamento, porém alguns têm menos gordura nessa região o que favorece a sua demonstração natural. É importante ressaltar que o fato de treinar exaustivamente não garante uma barriga sarada, é imprescindível associar treinos aeróbios, juntamente com uma alimentação saudável para diminuir o percentual de gordura e expor mais os músculos e ficar definido”, finaliza.

Fonte: Daquidali.com.br

Estudo revela que não adianta só dieta

Sedentarismo é a maior causa da obesidade, diz estudo

Redação DaquiDali   |  10 de Julho de 2014

Dietas equilibradas ou milagrosas não faltam para quem quer manter ou perder peso. Preocupar-se apenas com a quantidade de alimentos ingeridos, contudo, não é garantia de um corpo em dia. É o que diz um estudo realizado pelo Serviço Nacional de Exames de Alimentação e Nutrição dos Estados Unidos: a maior causa da obesidade seria o sedentarismo, não a quantidade de calorias consumidas.

+ Sedentarismo aumenta a incidência de doenças cardíacas

Segundo dados do instituto, desde 20 anos atrás, grande parte da população vêm reduzindo a frequência de exercícios físicos enquanto a alimentação é estável. Isso fez com que o IMC (Índice de Massa Corporal) fosse aumentado, já que as calorias consumidas são menos gastas do que costumavam ser. Esse dado fez com que os pesquisadores investigassem se o tempo parado é, de fato, o grande responsável pelas altas taxas de obesidade nos Estados Unidos.

Pesquisadores da Universidade de Stanford, ao averiguar os dados do Serviço Nacional, descobriram que o número de mulheres que não praticam exercícios físicos saltou de 19,1% em 1994 para 51,7% em 2010. Enquanto isso, os homens também tiveram aumento no sedentarismo: de 11,4% em 1994 para 43,5% em 2010. Isso significa que a elevação é ainda mais dramática entre as mulheres, principalmente dos 18 aos 39 anos.

Além do aumento do IMC, foi analisado o da obesidade abdominal, outro grande indicador de mortalidade: a circunferência da cintura média aumentou em 0,37% ao ano para as mulheres e 0,27% para os homens. Dessa forma, há mais uma prova em relação à orientação dos nutricionistas de que a fórmula para emagrecer inclui tanto a boa alimentação quanto a prática de exercícios físicos. Que tal começar agora?

Fonte: Daquidali.com.br

Orci fala mais sobre o roteiro em Star Trek 3

Star Trek 3: Orci fala sobre roteiro e Abrams

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roberto orci diretorO escritor e produtor Roberto Orci anda um pouco ocupado ultimamente. Com Sleepy Hollow no ar, a sérieMatador encaminhada para estrear no El Rey, e Scorpion, o novo piloto da CBS para setembro, sua agenda está bem cheia. Sendo assim, como anda a produção do próximo filme de Jornada? Falando ao IGN, Orci deu uma atualizada sobre a criação do roteiro e comentou sobre a ajuda de J. J. Abrams.

 

Orci está co-escrevendo o roteiro com Patrick McKay e John D. Payne, e provavelmente será o diretor do filme.

Nessa conversa com o IGN, o roteirista falou mais sobre determinados elementos da história em fluxo do longa e sua relação com J. J. Abrams.

“Eu ainda estou no meio da escrita do roteiro com Payne e McKay, então não tenho medo de nada ainda”, disse Orci quando fizeram uma comparação com o primeiro comando de Kirk em Star Trek.

“Estamos apenas tentando fazer um projeto que o estúdio goste. Então, até que leiam um rascunho, nada parece real para mim. Agora é apenas criar a história. Então, de repente, se eles realmente quiserem fazer esta versão do filme, aí vai ser quando o medo começará a definir. No minuto em que você recebe o sinal verde, será quando se tornará real. Até que eles tenham o script é tudo apenas uma miragem”.

Quando perguntado se ele iria continuar consultando Abrams, que está no meio da produção de Star Wars, respondeu:

“J.J. é mais do que um colega para mim”, continuou Orci. “Ele é alguém com quem eu aprendi muito, apenas observando a trajetória de suas decisões, sua carreira. Ele tem sido muito generoso com o seu tempo comigo em termos de estar disposto a responder quaisquer perguntas que eu tenho sobre qualquer coisa. Com Alex (Kurtzman) e eu, ele sempre foi como um irmão mais velho. Ele tem sido como irmão, nosso mentor de negócios mais velho. Ele é uma das pessoas com quem eu tenho que depender daqui para frente. Eu me sinto confortável o suficiente quando tenho uma pergunta sobre qualquer coisa neste negócio, sinto que posso chamá-lo, e ele me dará algum conselho muito bom”.

Sabemos que Jornada tem claramente um rico cânon para retirar, e nos dois primeiros filmes, Abrams extraiu algo dele. Quando perguntado se iria expandir ainda mais no próximo filme, possivelmente, baseando-se em elementos adicionais especificamente introduzidos das outras séries, Orci disse: “Eu acho que o nosso instinto agora é entrar em território mais inexplorado. Mas, de novo, ainda estamos no meio da escrita”.

Acrescentando: “Se a melhor ideia é quando, de repente, parece que a melhor coisa a fazer, é ter os Andorianos correndo por aí, fazendo algo legal, é o que vai ser”.

Quando o IGN, em tom de brincadeira, sugeriu que eles poderiam incluir “Q”, Orci disse: “Claro, ou Q”.

Quando perguntado se ele iria tão longe, Orci respondeu evasivamente: “Eu amo Q! Vamos lá, quem não ama o Q?”

Quanto ao potencial de um vilão no filme, Khan está tecnicamente ainda adormecido, então há uma possibilidade de que ele possa fazer uma aparição retorno?

“Eu acho que as nossas discussões são sobre encontrar uma coisa que podemos descobrir por nós mesmos”, disse Orci, mais uma vez enfatizando o desejo de se aventurar em seu próprio território. “Então, se verificarmos que algo do cânon, de alguma forma se encaixe nesse projeto, ou que de alguma forma resulte que nós reinventemos a roda, mesmo sem conhecê-lo, será algo do tipo: – ‘Nós passamos por todo este problema para criar uma situação, e acontece que é a situação exata que aconteceu em qualquer episódio’ – Mas primeiro nós não daremos quaisquer nomes para a estrutura. Nós não queremos que ninguém se sinta como se tivesse que ver os filmes anteriores. Tem que ser um filme que vale por si só, que esteja sozinho. Então nós estamos hesitantes em confiar em qualquer coisa da série ou de material anterior”.

Quando perguntado se ele se sentia satisfeito com o enredo de Khan, Orci repetiu lentamente: “Eu me sinto satisfeito?” seguido por uma pausa muito longa, depois que ele finalmente rindo, respondeu: “Eu não posso responder a isso.”

Quando perguntado se havia alguma mudança que ele queria fazer nos filmes anteriores – estética, história, ou de outra forma – que iria realmente fazer com que se sentisse como um filme de Jornada, Orci respondeu: “Eu acho que é a natureza dos filmes … os dois primeiros tiveram de reintroduzir toda a franquia a um público totalmente novo, então nós queríamos que esses dois primeiros filmes mostrassem coisas que fossem um pouco mais familiares para o público em geral do que poderia ser a um fã obstinado”.

Acrescentando: “Você sabe, nós começamos da infância deles e conhecemos seus pais, e vimos que Kirk nasceu na Terra. Vimos um monte de coisas que a tornam acessível a um público geral. Agora que nós estabelecemos isso nos filmes, agora que partiram em sua missão de cinco anos, finalmente podemos voltar para onde os personagens começaram originalmente em 67, certo? Quando nós conhecemos Kirk e Spock – a primeira vez que ouvimos falar de eles – eles estavam em sua missão de cinco anos. Então, finalmente, graças aos esforços de nossos dois primeiros filmes, agora, eu acho, que chegamos a esse lugar de volta. Nós já ganhamos sua aventura no espaço profundo e literalmente estamos em sua missão de cinco anos. Isso é algo que não fomos capazes de cobrir ainda nos dois primeiros filmes. Então, agora nós começamos a jogar com o conceito de que foram introduzidos primeiramente para quando os vimos pela primeira vez na série de anos atrás”.

Fontes: TrekMovie – TB

Quinto torce por missão de 5 anos

Quinto torce por missão de 5 anos em Star Trek 3

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spock st3O ator Zachary Quinto esteve no evento Summer TCA (The Television Critics Association) e falou um pouco sobre o próximo longa-metragem de Jornada que poderá ocorrer em 2016. Ele manifestou interesse em ver os personagens evoluírem e mostrou entusiasmo por ter Roberto Orci na cadeira do diretor.

 

Durante o evento da Television Critics Press Tour para divulgar sua nova série, The Chair (que estreia em setembro), Zachary Quinto foi questionado pelo site IGN sobre o que espera do próximo filme de Jornada. Ele mostrou-se entusiasmo pela forma como a nova equipe está finalmente tratando a “missão de cinco anos” como parte da história.

Eu acho que a missão de cinco anos será uma parte deste próximo filme de alguma forma. Estamos chegando no 50º aniversário de uma das séries de ficção científica mais emblemáticas da história do entretenimento, por isso é inerentemente uma história em curso. Mas eu acho que nós vamos sentir um pouco de senso de evolução desses personagens que foi sendo construindo através dos primeiros filmes.

Zachary também estava entusiasmado por Roberto Orci dirigir o filme (o que é esperado, mas ainda não completamente “oficial”) …

Bob (Orci) é definitivamente uma espécie de purista sobre o universo de Jornada, então eu falei com ele várias vezes sobre suas idéias e elas são muito emocionantes e eu estou realmente animado que comecemos a fazer parte de sua estréia como diretor. Vai ser um mundo diferente, sem J.J. (Abrams) no set todos os dias, mas esta é uma família e Bob é uma parte essencial desta família e todos nós estamos realmente animados para ver onde ele vai.

Fontes: TrekMovie – TB

Site Collider entrevista Roberto Orci sobre Star Trek 3

Orci fala sobre roteiro e direção em Star Trek 3

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orciO site Collider, recentemente, teve a oportunidade de falar com Roberto Orci, durante uma Press Tour da série de televisão “Matador”, pelo canal El Rey Network, onde ele é um dos produtores. Orci deu uma atualização sobre a terceira sequência de Star Trek, dizendo que a Paramount ainda não viu o roteiro, e que ele não está necessariamente confirmado como o diretor até que o filme receba a luz verde.

Embora ambos os sites Variety e Deadline relataram que Orci estará dirigindo o próximo Star Trek, Bob disse que até que o script esteja pronto, apresentado ao estúdio e recebido o sinal verde, ele, tecnicamente, ainda não se considera o diretor (ou que tenha assinado contrato).

“Bem, eu não quero contar com o ovo na galinha. O estúdio ainda nem sequer leu o roteiro. Eu estou no meio de escrevê-lo, com a talentosa equipe de John D. Payne e Patrick McKay. Eles são verdadeiros fãs, também. Então, eu não posso pensar nada sobre o futuro até que tenha lhes dado um roteiro e recebido sinal verde dele. Até que isso aconteça, todo o resto é apenas um boato. 

Não é incomum para um filme não ter sinal verde nem um diretor designado até que haja um roteiro aprovado. Nos dois primeiros filmes de J. J. Abrams, ele dizia que a decisão de dirigir seria tomada até que houvesse um script. Desse modo, Orci diz que só sente a pressão, por enquanto, como um roteirista:

“Se eu tiver sorte o suficiente para que a Paramount goste do roteiro e que sigamos em frente, vou ser o diretor porque eu amo Jornada por muito tempo e a ideia de ter visto um dos melhores caras no negócio dirigindo dois dos filmes, e ter visto a partir do ponto do vista de um produtor, eu sei onde muitos dos desafios estão e onde uma boa parte da diversão está. Se tivermos sorte o suficiente para que tudo corra bem, então eu vou começar a sentir a pressão. Uma vez que está realmente acontecendo, vai ser algo como, “Oh, meu Deus, o 50º aniversário! Santo Deus!”. Como escritor, eu sinto a pressão como o roteirista retornando para esta franquia. Eu sinto isso no nível da história. Eu não posso falar por Payne e McKay, mas eles parecem estar se divertindo. Eles não parecem tão nervosos como eu, mas talvez eles sejam apenas bons em esconder isso.

Orci é um dos que mais se comunicam com os fãs, e chegou a ser confrontado com uma série deles em um fórum online. Mas, apesar de tudo, ele não dispensa uma troca de informações com o fandom.

“É uma base de fãs dedicados, e é por isso que eu acho que há um sentimento de protecionismo sobre Jornada, tanto das pessoas que trabalham nela quanto dos próprio fãs. Eles mantiveram-na viva por muito tempo, nos bons e maus momentos. Nós não inventamos Jornada. Nós estamos apenas cuidando dela um pouco. E haverá outros que vão entrar e cuidar, muito tempo depois que nós formos embora. É uma coisa incrível. Você só espera que, com qualquer coisa que faça, possa trabalhar com ela tempo suficiente para ter seu devido valor.

Fontes: TrekMovie – TB

15 coisas que você não sabia sobre STAR TREK

Veja 15 coisas que você não sabia a respeito de STAR TREK

 por Da Redação | 13/05/2010 16h28
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Star Trek

SlashFilm divulgou 15 Coisas que Você Provavelmente Não Sabia a Respeito de Star Trek. A série foi criada em 1966, por Gene Roddenberry, e ganhou adaptações nos cinemas, além de jogos de videogame. O último filme a ir para as telonas foi dirigido por J. J. Abrams, lançado em 2009, que mostrou as origens do capitão James Kirk, Spock e a tripulação da USS Enterprise.

Veja a curiosa lista criada pelo artista gráfico Ricky Linn:

1) A primeira nave da Nasa a ir em órbita foi chamada de Enterprise, a pedido dos inúmeros fãs da série.

2) A série original tinha uma mulher como primeira comandante da nave. Mas a emissora de TV não acreditava que uma mulher pudesse ter o papel de comandante da nave, então, o “cargo” foi para um homem.

3) A série original também mostrava o primeiro beijo interracial da TV americana. Foi entre o Capitão Kirk e a Tenente Uhura, em 1968, o mesmo ano em que Martin Luther King foi assassinado.

4) A primeira tripulação foi intencionalmente diversificada porque Gene Roddenberry, o criador, esforçou-se para representar o futuro mais utópico.

5) Os tripulantes que usavam uniformes vermelhos foram os que mais morreram na série original (10% vestiam camisa amarela; 8% azul; 73% vermelha; 9% outras). Em 2009, o rebootde Star Trek fez uma referência ao fenômeno, fazendo com que o engenheiro chefe Olsen morresse usando um uniforme vermelho.

6) O significado das cores dos uniformes da série original eram: amarelo – comando; vermelho – operações; azul – ciências. Na geração seguinte, significavam: amarelo – operações; vermelho – comando; azul – ciências.

7) Majel Roddenberry, esposa de Gene, ganhou um papel na retomada da franquia. foram 726 episódios de TV em seis séries e 11 filmes.

8) A mais famosa saudação volcana foi inventada por Leonard Nimoy, o Spock da série original. Foi baseada em uma bênção sacerdotal judia, de vida longa e próspera.

9) Zachary Quinto teve de usar cola entre os dedos para fazer a saudação volcana no filme.

10) O colégio The Lake Tahoe Community ofereceu um curso on-line de “Xenolinguística: A Antropologia das Línguas Alienígenas.” No currículo dos alunos estava o ensino de Volcano, Romulan, Klingon e Tribble

11) Os fãs de Star Trek são conhecidos como Trekkers. O termo está listado no Dicionário Oxford como “um admirador da série de TV americana de ficção científica Star Trek; um viajante espacial; alguém interessado em viagem espaciais.”

12) Em 2006, William Shatner vendeu uma pedra de seu rim para o GoldePalace.com, a um colecionador, por US$ 25 mil. O dinheiro foi para um fundo beneficente.

13) O censo norte-americano recebeu milhares de pedidos para que as pessoas fossem registradas segundo uma raça de Star Trek.

14) A empresa de efeitos visuais de George Lucas, a ILM, trabalhou em sete filmes de Star Trek, incluindo o mais recente, de 2009, que também foi o mais pirateado da franquia.

15) A mais famosa frase, “audaciosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve” (To boldly go where no man has gone before), foi tirada quase literalmente de um livro da Casa Branca, de 1957, sobre exploração espacial. É um dos mais famosos exemplos de tempo verbal infinitivo usado incorretamente, gramaticalmente falando.

Fonte: Cineclick

X-Men homenageia Star Trek

Resenha do site – X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Por Flávio St Jayme | maio, 25 de 2014

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X-Men-Dias-de-um-Futuro-Esquecido1Não é exagero dizer que foi em 2000 que Bryan Singer cimentou as fundações de dois acontecimentos que iriam mudar a história do cinema moderno com o primeiro filme da saga dos X-Men. Ali, Singer lançava, não só as histórias dos mutantes na tela grande, mas também embasava o que seria a grande influência para todos os filmes de super-heróis que se seguiram e viraram um gênero próprio no cinema.

Ainda há quem diga que um filme de super-herói nunca será nada além disso. Puro preconceito. Se Singer não tinha conseguido provar isso às audiências mais incrédulas, Christopher Nolan conseguiu, com sua trilogia do Cavaleiro das Trevas alcançando patamares inimagináveis em qualidade cinematográfica. Um bom filme é feito de diversos fatores somados, e tanto Singer quanto Nolan conseguiram somá-los e ir além.

Um bom texto, bons atores, uma trama envolvente, cenas belamente fotografadas, tensão, uma pitada de comédia, uma outra de romance… em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido tudo isso trabalha em nome de uma unidade que resulta espetacular. Mutantes do passado e do futuro, uma trama que mexe na história mundial e brinca com acontecimentos históricos e viaja o mundo, a metáfora da perseguição ao diferente que está presente desde o primeiro filme. Tudo só vem somar em um filme que é o melhor filme de heróis desde O Cavaleiro das Trevas Ressurge. De lá pra cá, uma pá de filmes de gente superpoderosa foi lançada no cinema, mas os mutantes conseguem se sobressair sobre todos. Como?

No início das divulgações de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, a maior preocupação dos fãs era o amontoado de mutantes anunciados para o filme. O roteiro de Simon Kinberg amarra tudo (e todos) de forma tão singular e interessante que absolutamente nenhuma confusão com relação a isso resta em cena quando o filme começa. Cada personagem tem sua função bem explicada e bem clara. Cada mutante tem seu poder bem demonstrado e utilizado. E mesmo com muitos deles numa mesma cena, fica claro quem é quem, o que e porquê está fazendo cada coisa. Sim, mutantes tem pra todos os gostos: Wolverine, Tempestade, Kitty Pride, Bishop, Homem de Gelo, Blink, Apache, Mancha Solar (sim, o mutante brasileiro), Magneto e Professor Xavier em um campo, no futuro. Fera, Mística, Mercúrio, Wolverine, Xavier e Magneto (sim, eles de novo, em versão mais jovem), em outro, no passado.

Na trama, em 2023, Kitty envia a consciência de Wolverine de volta para seu corpo no passado. Mais precisamente em 1973, onde ele terá que impedir que Mística mate o industrial Bolivar Trask (Peter Dinklage, de Game of Thrones). Trask desenvolveu robôs capazes de identificar e matar mutantes, e isso levará a uma guerra que envolverá também humanos em uma devastação de nível global. O estopim desta guerra é este assassinato, e por isso Xavier manda Wolverine para encontrar sua versão do passado e a de Erick/Magneto, para que juntos convençam Mística a desistir do ato. Parece confuso, mas tudo é orquestrado de forma tão competente que raríssimas vezes passado e futuro se misturam em cena. E sempre sabemos exatamente em que época estamos, seja pelos personagens, pelo figurino ou pelas referências.

A história de Dias de um Futuro Esquecido vai se construindo tão bem que esperamos ansiosos pelas modificações do passado afetarem o futuro. Vemos Mercúrio protagonizar uma das mais belas cenas com o efeito bullet time talvez desde sua propagação em Matrix. Vemos Erick/Magneto em sua habitual megalomania. Vemos Mística afundar em sua sede de vingança. Ouvimos Roberta Flack, Jim Croce, Alice Cooper, Quincy Jones e vemos camisetas do Pink Floyd. Tudo é tão bem amarrado e vai sendo erguido com tanta perfeição que em determinado momento, Dias de um Futuro Esquecido deixa de ser um filme de super heróis. Referenciando os filmes anteriores (e se esquecendo de alguns fatos também), ele vira um thriller político onde a aprovação ou não de uma arma de destruição de massa está em jogo.

E é este o maior trunfo do filme de Singer. Ao não se ater ao gênero “filme de super-herói” e não criar apenas um filme onde explicações estapafúrdias intercalam cenas de ação descontrolada (como em Capitão América ou Homem Aranha); ao apresentar uma trama elaborada com personagens tão reais e críveis quanto qualquer um de nós em suas emoções e aspirações; ao desistir de destruir cidades em detrimento de cenas menores porém não menos impressionantes, o diretor cria um épico. Um filme que ultrapassa a maioria das definições de gênero. Como Christopher Nolan em O Cavaleiro das Trevas Ressurge (última parte de sua trilogia do Batman), Singer cria personas que, não fossem os poderes ou fantasias, seriam plausíveis de encontrarmos em qualquer esquina, com dramas pessoais tão fortes quanto em qualquer filme pequeno e independente por aí.

Dias de um Futuro Esquecido não exagera. Não é multicolorido, não é elétrico. É um filme que segue seu ritmo, que consegue distribuir seu tempo de forma quase igualitária entre seus vários protagonistas. É um filme com cenas de extrema beleza plástica, de diálogos fortes e tensos, de gente real que demonstra o medo de ser diferente da mesma forma que qualquer um de nós pode sentir. É um filme que, como nenhum outro de super-heróis, nos aproxima de seus personagens de forma incontestável, afinal quem de nós nunca se sentiu diferente ou vítima de preconceito? E nisso todos os filmes dos X-Men miram e acertam em cheio. Se O Confronto Final de 2006 é a maior representação deste preconceito metaforizado, é com Dias de um Futuro Esquecido que ele é levado ao extremo e, como em um holocausto que exterminará mutantes e não mutantes, testemunhamos estarrecidos como uma guerra pode começar e terminar por causa apenas do “medo ao diferente”.

Curiosidades:

- O mutante brasileiro Mancha Solar aparece logo no início do filme na primeira luta com os sentinelas. Roberto da Costa nasceu no Rio de Janeiro e tem o poder de absorver a energia solar e transformá-la em arma. No filme, é interpretado pelo mexicano Adan Canto.

mancha solar

- Alguns erros e faltas de explicações foram notados pelos fãs, como o fato de Xavier estar “de volta à vida” ou das garras de Wolverine estarem intactas após terem sido destruídas em Wolverine Imortal. No entanto, existe uma lacuna temporal, onde novos filmes poderão ser encaixados para explicar estas ausências. Como o próprio X-Men: Apocalipse, já anunciado para 2016 e que se passará na década de 80. Outra explicação são que tudo se passou em linhas temporais alternativas, as tais “pedras no rio” que Hank cita em determinado momento.

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- Pra muita gente os filmes ignoraram Wolverine Imortal, porém na cena em que o mutante acorda em 1973 podemos ver referências ao Japão (onde se passa o filme) como espadas samurais e um desenho do Monte Fuji.

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- Se o desenhista Stan Lee ficou de fora de sua usual ponta nesta produção, desta vez quem dá as caras é o próprio diretor Brian Singer, que aparece em uma cena filmando Mística com uma câmera Super 8. Além dele, também é possível ver Len Wein (criador de vários mutantes icônicos, incluindo Wolverine) e Chris Claremont (o escritor da história original de Dias de um Futuro Esquecido adaptada para o filme).

Len Wein

- O fato de que Mercúrio é filho de Magneto é enfatizado em uma piadinha rápida do mutante mais novo, ao dizer para Magneto que “Sua mãe costumava sair com um cara com os mesmos poderes que ele”.

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- Em uma das cenas, personagens aparecem assistindo na TV a um episódio de Star Trek. O episódio sendo exibido, The Naked Time, fala justamente de viagem no tempo.

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- Na cena pós créditos vemos o mutante Apocalipse sendo reverenciado pela população e erguendo uma pirâmide com o poder da mente. Podemos situar esta cena há 3000 anos atrás. E é ela quem dita o tom da sequência que está por vir: Apocalipse tem praticamente todos os poderes dos outros mutantes, além do fato de ser imortal. É um mutante que luta para controlar o mundo e seus inimigos são que apareça em seu caminho. Ele também controla os quatro cavaleiros do Apocalipse, que aparecem ao fundo nesta cena: Peste, Fome, Guerra e Morte.

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Fonte: pausadramatica